PESSOAL NESTE BLOG EU TRATO DE TUDO UM POUCO SOBRE INFORMÁTICA. ESTE BLOG SERVE EM PARTE PARA MIM COMO UM BLOCO DE NOTAS. PUBLICO AQUI MUITO ASSUNTO DE QUE ME PEDEM. ESPERO K APRECIEM ,

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Jan 10

Todo jogador deve ter ao menos ouvido falar a respeito de DirectX. Mas você sabe para que ele serve?

DirectX é um pacote de APIs, bibliotecas de funções, utilizadas para programação de jogos e implementação de vídeo ou áudio, para otimizar a representação de diversos formatos de mídia. O programa é disponibilizado pela Microsoft, e o lançamento de versões novas acompanha tendências de desenvolvimento e, ao criar novas possibilidades técnicas, também orienta uma boa parcela do mercado, como a produção de placas de vídeo, que incluem processadores gráficos adequados para a versão mais recente e amplamente utilizada do DirectX.
Muitas pessoas confundem o nome do pacote DirectX com o de seus diversos componentes, que são nomeados com o prefixo “Direct” e um sufixo a respeito de sua funcionalidade. O componente mais familiar para os jogadores em geral provavelmente é o Direct3D, que organiza a forma com que gráficos tridimensionais são processados pelo sistema. De maneira análoga, o DirectDraw rege os cálculos relativos a duas dimensões.
Funções específicas e restritas
O pacote é produzido exclusivamente para o sistema operacional Windows, ao qual todas as funções inclusas se adaptam naturalmente. A última versão do DirectX, por exemplo, é exclusiva para o Windows Vista, e não funciona em outros sistemas. Ao mesmo tempo em que esta incompatibilidade restringe o acesso ao pacote, também garante a especialização bastante forte de cada uma das funções específicas, que são feitas sob medida para um conjunto de sistemas operacionais.
Para quem não se aprofunda no desenvolvimento de programas e jogos com as ferramentas fornecidas no pacote, basta ter em mente os requerimentos específicos de cada aplicativo que se deseja utilizar. O lançamento de uma nova versão do pacote é normalmente um evento bastante comentado e importante, que afeta a indústria da informática e de jogos de diversas maneiras e, portanto, quem acompanha estas tendências tecnológicas deve sempre se manter atualizado a respeito da versão mais atual do DirectX.

publicado por jorgepc às 17:05
sinto-me:

Chegou a hora de acabar com as suas dúvidas sobre este prático complemento do Mozilla Firefox


O Greasemonkey é aquele famoso complemento do Mozilla Firefox que permite a seu usuário executar alguns pequenos códigos JavaScript e assim personalizar o visual e algumas funções em diversas páginas da internet. É mais ou menos como se você fosse um programador e quisesse adicionar novas funções para deixar um site com uma funcionalidade nova ou melhorar algum serviço online que você utilize.
Com o Greasemonkey você pode adaptar uma página da internet para que possam ser aplicadas algumas de suas preferências, como por exemplo, deixá-la mais legível, utilizar mecanismos que facilitem sua compatibilidade com tecnologias de acessibilidade, corrigir certos bugs, entre outras.
Esses novos códigos também podem melhorar muito a sua experiência em sites como, por exemplo, o YouTube. Você não acharia ótimo acrescentar novas funções ao player de vídeo ou incrementar seus tweets?
Este tutorial vai auxiliá-lo na instalação deste complemento e dar algumas dicas sobre as funcionalidades do programa, scripts e como utilizá-lo.
Instalação do Greasemonkey
Para efetuar a instalação do Greasemonkey é bem simples, seguindo os moldes de qualquer outro complemento do Firefox. Após o download, basta entrar no Firefox, clicar no menu “Ferramentas”, “Complementos” e em seguida em “Extensões”. Depois é só escolher a opção “Greasemonkey”, aplicar e reiniciar o Firefox.
Depois de instalado e enquanto estiver ativo, o complemento é exibido na forma de um ícone colorido com o rosto de um macaquinho na barra de estados do navegador.
Ativar e desativar
Este complemento não precisa estar ativo se você não estiver utilizando uma de suas extensões. Caso queira, é possível desativá-lo com apenas um clique. Para isto, basta clicar no ícone do Greasemonkey — localizado no canto inferior direito do navegador, na barra de estados.
Assim, o ícone fica “apagado” (e o macaquinho do ícone deixa de sorrir, exibindo um rosto triste) e os scripts desabilitados. Para ativar o Greasemonkey novamente, basta clicar mais uma vez sobre o ícone (ele fica colorido e sorridente outra vez).
Ícone doGreasemonkey ativo e desativado
Outra forma de se fazer isto é pelo menu “Ferramentas”, “Greasemonkey” e escolher a opção “Ativado”. Se ela estiver com uma marca de seleção o programa estará ativo, caso contrário estará desativado. Você pode observar as mesmas alterações no ícone presente na barra de estados do navegador.
Instalação de Scripts
Se você tiver apenas o Greasemonkey instalado não implica ter novas funcionalidades, pois o propósito desta ferramenta é o gerenciamento de scripts. Estes códigos, por sua vez, permitem que você possa aplicar as personalizações e estilos a páginas, conforme a categoria selecionada.
Para instalar um novo script, primeiramente é bom lembrar que o Greasemonkey precisa estar ativado. Qualquer arquivo cuja terminação seja  “.JS” é um código válido. Ao encontrar e clicar em um link que tenha esta extensão, o programa abre uma nova janela e nela você encontra o nome do script bem como uma pequena descrição de sua funcionalidade.
Instalando complementos
Ainda nesta janela são mostradas possíveis regras e locais de aplicação para este script. Se você clicar em “Instalar”, o novo script será ativado automaticamente. A tela de instalação é bem semelhante àquela exibida pelo Firefox na instalação de um novo complemento e caso você deseje por qualquer motivo cancelar o processo, basta clicar em “Cancel”.
Se você quiser ver o código fonte do arquivo, basta clicar em “mostrar código fonte do script”. Efetuar esta inspeção pode ser uma boa medida caso você esteja efetuando download de algum script cuja fonte não seja confiável. Inclusive, esta função foi criada para garantir a segurança dos usuários.
Gerenciamento de Scripts
Para gerenciar os scripts instalados, utilize o menu “Ferramentas”, “Greasemonkey” e escolha a opção “Gerenciar scripts de usuários”. Esta janela é dividida em duas partes: ao lado esquerdo aparece a lista de scripts presentes na extensão e, se desejar, é possível modificar a ordem deles, basta “clicar e arrastar” ou utilizar a tecla “ALT + seta (para cima ou para baixo).
Abrindo a janela para gerenciar scripts
No lado direito da janela é exibida a lista de códigos que estão instalados com os respectivos endereços das páginas as quais eles alteram (acima) e, abaixo, aqueles endereços que o programa não tem acesso. Dentro destas duas listagens, clicando sobre uma das ferramentas,  é possível adicionar novos endereços (clicando em “Adicionar”), alterar o site que será alvo do script (botão “Editar”) ou retirá-lo da lista (utilizando “Remover”).
Janela de gerenciamento de links
Scripts de usuários
Estes scripts são basicamente os códigos que efetuam as mudanças. Estas alterações são feitas em páginas específicas da internet (variando conforme o script) na parte do cliente (navegador ou servidor Proxy) e modificam as características do site ou acrescentam uma funcionalidade. A principal vantagem desta pequena extensão é que você não precisa saber programar para ter acesso a tudo isto, pois já existe uma grande variedade de códigos prontos no site UserScripts.org (quase 24000 scripts).
Para que você possa adicionar scripts, basta clicar nos links que dizem “Install” e seguir os passos apontados nas instruções de instalação explicadas acima. O Greasemonkey identifica automaticamente a extensão .JS e aplica o novo código.
Em detalhe: botão para instalar complementos
Alguns exemplos de scripts interessantes para o Youtube, por exemplo é o YouTube HD Ultimate, que deixa como padrão para carregamento sempre a qualidade mais alta possível do vídeo. Há também o Youtube prewatch, not just preview, que aciona uma pré-visualização do vídeo quando você mover o mouse sobre ele.
Há também o Google Docs Download, que pode auxiliá-lo a efetuar download de seus arquivos armazenados no Google Docs. Se você está cansado das cores tradicionais do Google Reader, pode alterá-las com o Helvetireader. E por falar de enjoar de temas, você também pode modificar os do Orkut com o Orkut Multiple Theme Generator ou o Orkut Random Theme Generator.
Os fãs do Twitter também podem deixar sua leitura de mensagens e retweets com o Better Twitter. Este script faz com que as mensagens (antigas e novas) sejam carregadas automaticamente, além de incluir um botão para Retweet na mensagem.
Além destas, mais um universo de personalizações e possibilidades estão disponíveis. Entretanto, lembre-se sempre de tomar certo cuidado e não sair instalando tudo que encontra por aí. Procure sempre por scripts de páginas confiáveis e, na dúvida, inspecione o código.
publicado por jorgepc às 17:04
sinto-me:

Este compartilhador é ótimo e bem fácil de usar. Aprenda!


MP3 Rocket é um programa de compartilhamento de arquivos pelo tradicional protocolo P2P para você baixar diferentes tipos de arquivos da rede Gnutella. Alguns destaques deste programa são a interface simples de entender, pré-visualização do que você baixa e filtros para evitar que você “esbarre” em conteúdos inadequados. Este artigo vai ensinar você a desvendar este programa. Veja como usar tudo!
Instalação
Atente para a instalação do MP3Rocket, pois ela oferece uma barra de ferramentas para o seu navegador. Lembre-se de desmarcar esta opção caso você não queira esta barra. Após concluir, antes de executar o MP3Rocket pela primeira vez, pode ser que o firewall do Windows pergunte se você deseja desbloquear o programa. Lembre-se de confirmar esta ação.
Não permita que o firewall do Windows bloqueie o MP3Rocket.

Você deve definir algumas configurações básicas para o funcionamento do programa. Para começar, você escolhe o idioma, que pode ser o português.
Escolha o idioma de sua preferência, que pode ser o português.

O segundo passo é definir a pasta onde os arquivos devem ser salvos. Por padrão, esta pasta também será compartilhada com outros usuários.
Indique a pasta onde você quer salvar seus downloads.

O passo seguinte é informar a velocidade de sua conexão. Esta informação é importante para que o MP3Rocket configure a rede de acordo.
Informe o tipo de conexão que você usa.

Em seguida, você pode marcar a opção para que o MP3Rocket seja iniciado juntamente com o Windows.
Marque esta opção para iniciar o MP3Rocket juntamente com o Windows.

Agora você deve criar uma conta. Informe seu nome e endereço de email. Lembre-se de marcar a opção “I prefer not to receive any marketing emails” para não receber emails com anúncios e propagandas.
Informe seu nome e um endereço de email para finalizar a instalação.

Usando o MP3Rocket
Toda vez que o MP3Rocket é inicializado, um aviso é exibido para você adquirir a versão PRO, que tem mais recursos, mas é paga. Clique em “Sim” para começar a adquirí-la, “Por quê?” para saber sobre suas vantagens e “Mais Tarde” para continuar usando a versão gratuita do programa.
Você quer adquirir a versão paga do MP3Rocket? Então atente para este aviso.

Atente para este indicador que informa sobre a qualidade geral de sua conexão.Uma boa dica para começar: preste atenção a um indicador localizado no canto inferior esquerdo da tela do MP3Rocket. O ideal é que ele esteja totalmente verde. Quanto menos verde ele estiver, mais problemas de conexão você pode ter. Experimente reconectar a rede caso este indicador não esteja totalmente verde.
Abas
O MP3Rocket é dividido por abas. Veja quais são:
Pesquisar
Aqui é onde o básico do programa funciona. Basta digitar o que você deseja no campo à esquerda. Porém, esta pesquisa é geral e pode trazer muitos resultados indesejados. O ideal é que você defina o tipo de arquivo que deseja baixar para buscá-lo. Use os botões com as diferentes categorias: áudio, imagens, vídeo, documentos e programas.
Experimente utilizar as categorias de pesquisa para resultados mais precisos.

Para cada uma delas, é possível filtrar elementos de pesquisa. Por exemplo: na categoria áudio, você pode pesquisar por título, artista, álbum, gênero e licença. E ainda é possível expandir essas categorias, marcando a opção “Mais opções de pesquisa”. Lembre-se que filtrar uma pesquisa pode ser interessante, mas filtrá-la demais pode dificultar a busca por arquivos.
Busque exatamente aquilo que você procura.
Depois de refinar os termos de seu interesse, clique em "Pesquisar". Uma nova janela será exibida à direita, e os resultados são exibidos à medida em que são encontrados. Priorize os arquivos com mais estrelas, exibidas na primeira coluna à esquerda. Quanto mais estrelas eles tiverem, maiores são as chances de o download ser concluído com sucesso. Veja também a coluna “Nº”. Quanto mais usuários com o mesmo arquivo forem encontrados, mais rápido o download pode ser.
Após encontrar o que deseja, selecione o arquivo e clique em “Download”, ou então dê um duplo clique sobre ele.
Atente para essas colunas para melhores downloads.

O progresso e a velocidade do download serão exibidos na parte de baixo da tela. É possível visualizar ou ouvir seu conteúdo, para evitar a necessidade de baixá-lo inteiro e só aí saber do que se trata. Para ver ou ouvir o conteúdo de um arquivo enquanto ele está sendo baixado, clique em “Pré-visualizar”.
Acompanhe o progresso do download.

Se por acaso você cancelar um download, vá até a janela da biblioteca, selecione a pasta “Arquivos Incompletos”, selecione o arquivo que você quer recuperar e clique em “Continuar”.
Continue downloads interrompidos.

Podem acontecer algumas falhas durante seus downloads. Mas não se preocupe, muitas delas são recuperáveis. Por exemplo, quando em um download aparecer a mensagem “Precisa de Mais Fontes”, selecione aquele download e clique no botão “Continuar”. Assim, o programa vai procurar por mais fontes e, caso as encontre, vai automaticamente continuar o download.
Outra situação possível: quando em um download aparecer a mensagem “Esperando na Fila”, significa que muitas pessoas estão baixando aquele arquivo da mesma fonte. Para terminar o download, é necessário esperar sua vez na fila.
Most Popular
Se você não sabe o que procurar, o MP3 Rocket ajuda você. Nesta aba você encontra músicas, vídeos e imagens que estão em alta no momento. Para facilitar a busca, tudo está dividido por categorias. Você pode organizar ainda mais os resultados entre mais populares, por qualidade ou votos. Ainda é possível exibir os resultados da última semana, do último mês ou dos últimos seis meses.
Não sabe o que procurar, vá nos mais populares do momento.

Biblioteca
Todos os arquivos que você compartilha, arquivos baixados, downloads incompletos e até pesquisas feitas são registradas aqui.
Watch TV, Radio e Games
Aqui estão três ótimos atrativos do MP3Rocket, onde você pode assistir a canais de televisão, ouvir estações de rádio e jogar online. À esquerda é onde você faz a busca. Canais, estações e jogos são exibidos por categorias e podem ser filtrados por gênero e país.
Todo o conteúdo disponível é listado embaixo, bastando clicar sobre aquilo que você quer assistir, ouvir ou jogar.
Liste canais de TV, estações de rádio e jogos online.

É fácil gerenciar seus favoritos.Você pode facilmente criar uma lista com suas transmissões favoritas com o botão “Add To Favorites”. Da mesma maneira, é fácil remover uma transmissão dessa lista, com o botão “Delete From Favorites”.
Se você tem transmissão própria, aproveite esta chance. Clique em “Add My Stream”. Seu navegador será acionado e, na página exibida, você deverá informar a URL e o tipo de transmissão, que pode ser vídeo, rádio ou jogo.
Web
Este é o navegador próprio do MP3Rocket. Ele não conta com recursos como outros navegadores, mas é bom para navegar por páginas sem precisar sair do MP3Rocket.

O MP3Rocket conta com navegador próprio.
Torrents
Com o LimeWire, é possível também baixar arquivos Torrent. Para isso, acesse o menu “Arquivo” e a opção “Abrir Torrent”.
Filtros
Para configurar filtros e ter um maior controle sobre seus downloads, acesse o menu “Filtros” e a opção “Configurar o Índice dos Filtros
publicado por jorgepc às 17:02
sinto-me:

Aprenda a usar este recurso interessantíssimo presente no Windows Live Messenger 2009 que permite a você ter um chat exclusivo com sua galera.


Depois de algum tempo de espera chegou a nova versão do Windows Live Messenger. Ela era muito aguardada e foi celebrada pela grande maioria dos milhões de usuários do mais popular mensageiro instantâneo do mundo.
Em relação à versão anterior ela trouxe diversas novidades, tanto visuais quanto funcionais. Ambas podem ser notadas em uma única vez que se usa o programa e também devem ter agradado a muitos usuários.
Uma dessas novidades são os IM Groups, uma ferramenta que permite a cada usuário criar chats particulares, divulgá-los e trocar ideias com sua galera toda de uma vez. Este é um serviço interessante, com vantagens e desvantagens, obviamente, mas que deve se tornar uma nova mania da internet. Ensinaremos agora o que você precisa saber para começar a usar o IM Groups. Mãos à obra!
Cadastramento
O primeiro passo para criar seu grupo é realizar o cadastro no serviço. Acesse http://groups.im/ e clique no botão Criar um novo grupo.
Criar um novo grupo
Se você ainda não está logado no serviço, é hora de criar sua conta. Clique em Login (link na frase em vermelho) para ser levado à outra página.
Clique em
Lá você fará seu login e existem três possibilidades: usar sua conta do Windows Live, do Yahoo! ou então do IM Groups. Como você ainda não tem um grupo, selecione a conta a ser utilizada e continue o seu cadastramento.
Selecione a conta a ser utilizada
A próxima página servirá para efetivar seu cadastro. Lá você preencherá o formulário de cadastro, informando um nome de usuário e senha, a pergunta secreta, a senha, seu sexo e sua data de nascimento. Finalizado o preenchimento, clique em Create my account (Criar minha conta).
Registre-se
Perfil
Depois disso será confirmada a criação de sua conta e você poderá editar o seu perfil (Go to your profile page & modify your information) ou então seguir adiante (Continue).
Na página de edição de perfil você irá inserir dados pessoais, fotos e tudo mais, igual a uma rede social como tantas outras que existem por aí.
Edite seu perfil
Criando um grupo
Seguindo adiante será possível criar seu primeiro grupo. Em Group Name você deverá informar o nome do grupo, em Location a sua localização e em Group Type é possível selecionar se o grupo será Básico ou VIP (VIP é uma versão paga e com mais opções).
Crie seu grupo!
Para nosso tutorial, selecionaremos a versão Básica. Outra opção paga é a de customizar sua conta. Para isso será preciso pagar o valor de US$ 1,99 (um dólar e noventa e nove centavos). Se você não deseja esta opção, apenas preencha as informações, clique em Next e siga adiante.
Pronto! A criação de seu primeiro grupo no IM Group foi finalizada e você já pode começar a divulgá-lo. Group Zone é a página de seu grupo, através desse link os usuários poderão visualizar todas as informações disponibilizadas.
Group Account é o endereço do seu grupo, o “MSN” dele. É este endereço que deverá ser divulgado e adicionado no seu MSN e no de quem mais for participar do chat. Group CEO é você, o criador e gerente do grupo.
Pronto! Seu grupo está criado.
Usando o serviço
A partir de então seu grupo está pronto! Para começar a usá-lo, adicione o endereço no MSN, diga para os interessados fazerem o mesmo e então aquilo servirá como um chat exclusivo, onde você poderá definir regras e gerenciar completamente. Para isso, abra a janela do grupo e pressione o botão Nudge (de chamar atenção) para que lhe seja enviado o convite do Activity Panel (Painel de Atividade).
É através dele que você poderá gerenciar todas as atividades do seu grupo, renomeando-o, inserindo regras de utilização, visualizando e editando os membros, definindo configurações e muito mais. Tudo isso poderá ser feito através das abas presentes no topo.
Configure o chat
A partir de agora, sempre que alguém enviar uma mensagem para o grupo a janela será aberta e todos os inscritos irão recebê-la. Assim como qualquer outro contato do Windows Live Messenger, um grupo pode ser bloqueado e/ou excluído de sua lista de contatos. Resumindo, este serviço é a boa e velha conferência do MSN um pouco mais elaborada e com diversas opções.
Quais as vantagens?
Bem, isso é muito particular e dependerá de sua necessidade, contudo, algumas vantagens podem ser apontadas. Com este serviço ficará mais fácil trabalhar em grupos a distância (ideal para fazer trabalhos escolares!), pois você tem num único lugar o pessoal que está trabalhando com você e todos poderão conversar em tempo real.
IM GroupsAlém disso, a página do grupo pode guardar fotos e fará ainda um registro de tudo que é conversado no chat, o que significa que nada ficará para traz. Outro fator bastante interessante para trabalhos em equipe é que essa página funcionará ainda como uma comunidade do Orkut ou um fórum qualquer: é possível criar tópicos (no IM Groups chamados de Discussions) que permanecerão lá para que todos possam ver.
Diferenças de outros grupos
Este serviço é diferente de outros grupos (como o Yahoo! Grupos ou o Google Groups) pois não funciona simplesmente como uma lista de discussão através de email. Aqui, de maneira simples e direta TODOS os cadastrados poderão conversar em tempo real, além de contar com uma página online para discussão. Contudo, com o IM Groups você não terá a opção de discussão através de emails, como nos outros dois serviços citados.
. . . .
Enfim, caros usuários. Esperamos ter esclarecido o que é e como funciona este ótimo serviço presente no Windows Live Messenger 2009. O Chrome dicas se preocupa sempre em levar a todos vocês a informação de modo fácil e descontraído, para que todos se informem enquanto navegam na internet. Tenham um bom fim de semana! Até a próxima.
publicado por jorgepc às 17:01
sinto-me:

Acabe com a incompatibilidade de programas entre o Windows Seven e o Windows XP.


A Microsoft está dando os passos certos para conquistar a todos com o Windows Seven. Depois de não conseguir o sucesso esperado com o lançamento do Windows Vista, a equipe de Bill Gates preparou um Sistema Operacional mais sólido que vem conquistando muitos usuários.
Depois do Windows Seven, a equipe da Microsoft está lançando um recurso que promete acabar com as incompatibilidades encontradas entre o Windows XP e o Windows Seven. O Windows Virtual PC e o Windows XP Mode são dois programas que, em conjunto, permitem criar um sistema virtual capaz de rodar o Windows XP dentro do Windows Seven.
O sistema de virtualização permite que o Windows Seven consiga rodar programas, jogos ou sistemas desenhados para o Windows XP em um ambiente virtual com apenas um clique do mouse. Falaremos mais sobre isso depois. Agora, precisamos ver se o seu sistema é capaz de realizar esse processo.

Windows XP dentro do Windows Seven.

Requisitos
Para começar a usar o Windows XP Mode é necessário que seu computador preencha alguns requisitos básicos - necessários para que o sistema funcione adequadamente. Confira abaixo se o seu sistema está de acordo com as exigências para depois baixar os arquivos necessários.
1 - A primeira exigência (e óbvia) é ter uma versão do Windows Seven (Professional, Enterprise ou Ultimate) rodando no computador, se você ainda não fez o download GRATUITO, clique nesse link e faça a instalação do novíssimo Sistema Operacional da Microsoft. Se você ainda tem dúvidas quanto às novidades e recursos do Windows 7, confira a análise que o Baixaki fez dele nesse link.
2 - A segunda exigência é em relação a um componente de hardware: o processador. Ele precisa ter a tecnologia de virtualização Intel Virtualization Technology (Intel-VT) ou AMD Virtualization (AMD-V). Atenção! Mesmo os computadores mais novos e avançados não possuem essa tecnologia.
Para saber se o seu processador possui a tecnologia virtualização, baixe o programa SecurAble através desse link. Ele é capaz de verificar se o processador (AMD ou Intel) possui a tecnologia de virtualização de hardware. Veja na imagem abaixo:

Veja algumas informações importantes sobre a tecnologia que o processador possui.

3 - Com as duas primeiras exigências OK, é recomendável que seu computador tenha pelo menos 2 GB de memória RAM para que o sistema rode satisfatoriamente. Se seu computador possui todos os requisitos acima, está na hora de baixar e instalar os arquivos necessários.
Instalação
Em primeiro lugar, precisamos instalar o Windows Virtual PC, clique nesse link para baixá-lo e ver mais instruções de instalação, o arquivo tem cerca de 5 MB. Em seguida, baixe e instale o Windows XP Mode, que tem cerca de 450 MB, para maiores informações sobre a instalação e o link para baixá-lo, acesse este link.
Windows Virtual PC e Windows XP Mode: um Sistema Operacional dentro do outro.O Windows Virtual PC é uma ferramenta capaz de proporcionar um ambiente virtual em que é possível rodar outros Sistemas Operacionais simultaneamente com o Windows Seven. Ele é semelhante ao Microsoft Virtual PC 2007, mas possui algumas diferenças que permitem melhorar a experiência do usuário que precisa utilizar dois (ou mais) ambientes Windows ao mesmo tempo.
O Windows XP Mode, por sua vez, é uma ferramenta que instala uma versão do Windows XP no Virtual PC. Essa versão do XP inclui o pacote de atualização SP3, Internet Explorer 6 e Windows Media Player 9.
Apesar de parecer apenas mais um programa instalado no Windows Seven, a versão do Windows XP virtual necessita de atualizações e softwares comuns a qualquer Sistema Operacional Windows, como antivírus, anti-spywares e outros programas de segurança.
Como funciona
Depois de instalar o Windows Virtual PC e o XP Mode, inicie o Windows Virtual PC normalmente. A primeira inicialização demora alguns minutos, pois o Windows aplicará as configurações de usuário para o Windows XP.

Iniciando a máquina virtual.

Com a janela do Windows XP aberta, instale qualquer programa, jogo ou sistema que esteja na pasta do XP. Neste momento, você pode usar a conexão com a internet para baixar o programa, ou  então, copiar o arquivo de instalação que esteja em alguma pasta do Windows Seven e colar no Desktop do XP.
O usuário deverá inicializar o sistema virtual sempre que for instalar um novo programa no Windows XP (pegaremos como exemplo o Winrar). Ao iniciar o Winrar pelo XP pela primeira vez, o sistema criará um atalho para ele no menu iniciar do Windows 7 automaticamente dentro da pasta “Windows Virtual PC >Virtual Windows XP Aplications”, veja a imagem:

Utilize programas com apenas um clique do mouse.

Lembre-se que a janela com o Windows XP só precisa ser aberta na primeira inicialização do programa (Winrar). Depois disso, ao iniciar pelo menu do Windows Seven, o sistema de virtualização abrirá somente a janela do programa, o que não era possível no Microsoft Virtual PC. Veja na imagem a seguir a mesma versão do Winrar aberto pelos dois  Sistemas Operacionais lado-a-lado (uma no Windows XP e outra no Windows Seven).

O Windows XP Mode veio para eliminar os problemas de empresas e usuários domésticos que querem atualizar a versão do Windows, mas temem não conseguir usar um sistema que foi desenvolvido para o XP. Com a tecnologia de virtualização, é possível usar programas compatíveis apenas com o Windows XP como se estivessem rodando no Windows Seven.
Isso já era possível, tanto para Windows Vista quanto para o Windows XP, através do Microsoft Virtual PC, no entanto, ele não era capaz de iniciar o programa isoladamente, como o XP Mode consegue fazer. Veja abaixo um vídeo (em ingês) publicado pela Microsoft sobre esse novo recurso:


E agora? Você já está convencido a mudar para o Windows Seven? Conte-nos suas experiências com o novo Sistema Operacional da Microsoft e seus recursos.

publicado por jorgepc às 17:00
sinto-me:

As principais funções e novidades do navegador Safari e como acessá-las.


Certamente com nota máxima no quesito elegância, o Safari 4 Beta que é o novo navegador da Apple lançado em versão de testes e compatível com Mac, PC, iPhone e iPhone Touch, chegou prometendo sacudir o mundo dos browsers, e revolucionar nossa forma de navegar pela Internet.
Este guia de uso tem como objetivo mostrar as funções básicas deste navegador, bem como as personalizações possíveis. Adicionalmente, também procuramos ilustrar as principais novidades desta versão com a forma com que elas podem ser acessadas.
Barras e Botões
O menu padrão que é iniciado na primeira utilização do Safari conta com poucos botões para uma aparência mais enxuta e que ocupa menos espaço em seu monitor. O botão de bookmarks (no formato de um “livrinho aberto”, disponibiliza as opções de histórico, barra e menu de favoritos, bonjour e feeds RSS), Top Sites (“painel”), barra de endereços, barra de pesquisa no Google, um menu com ferramentas de edição e para abrir nova aba e janela (“folha”) e o menu de ferramentas (“engrenagem”).
Menu do Safari 4
Este menu é totalmente personalizável, sendo possível selecionar o que você quer ou não exibir. Para modificá-lo existem quatro opções que podem ser acessadas por meio do menu de ferramentas. A primeira delas é a “Show/Hide menu bar”, na qual você pode optar por exibir (ou não mostrar) a barra de menus; “Show/Hide bookmarks bar”, para mostrar ou ocultar a barra de favoritos; “Show/Hide status bar”, para a barra de status.
A última opção, o “Customize toolbar” tem dois propósitos, você pode adicionar botões na Barra de Tarefas(“clicando e arrastando”) ou adicionar o conteúdo da Barra padrão do programa também apenas “clicando e arrastando”.
Para adicionar favoritos, você deve clicar no botão “+” ao lado da barra de endereços. Uma nova janela é aberta na qual é definido o nome que você deseja que a página apareça e o local (barra ou menu dos favoritos) que ela deve permanecer armazenada. Outra forma é arrastando o endereço desejado até a barra de favoritos e definindo o nome de exibição.
Atenção: Ao menos durante a fase de montagem deste guia, a opção de adicionar favoritos não funcionou adequadamente no Windows, causando travamento do navegador ou simplesmente não adicionando coisa alguma.
Menu de Preferências
Aqui são encontradas todas as opções de configurações para seu navegador. Está dividido em oito abas. Em “General” você encontra aspectos gerais como definir o navegador padrão para internet, ferramenta de busca padrão, endereço que será utilizado para abrir uma nova aba, janela e página inicial, tempo no qual o programa deve armazenar o histórico de navegação, local para salvar downloads, opções de remoção do histórico de downloads e se novos links devem ser abertos em abas ou janelas.
Menu de Preferências do Safari
Na guia “Appearance” você pode alterar a fonte padrão, fonte com largura fixa, padrão de codificação da página, padrão de sombreamento da fonte e se o navegador deve ou não exibir as imagens disponíveis ao carregar uma página.
Em “Bookmarks” você decide se devem ou não aparecer na barra e menu de favoritos bem como nas coleções opções do Bonjour e Top Sites e também se a barra de favoritos deve aparecer no menu. “Tabs” mostra os atalhos com relação à abas e janelas e também algumas opções para exibição delas.

“RSS” oferece opções de local de exibição de seus feeds, intervalo de tempo para uma nova pesquisa, destacar feeds não lidos e tempo de remoção do histórico. “AutoFill” serve para habilitar ou desabilitar as opções de auto-preenchimento de formulários.
Na aba “Security” você pode ativar ou desativar configurações referentes ao conteúdo da internet que pode não ser considerado seguro. Também são disponibilizadas opções com relação a cookies e notificações de segurança.
“Advanced” disponibiliza opções para não exibir fontes menores do que o tamanho determinado, destacar conteúdos, estilo da página, configurações de Proxy e exibir o menu de desenvolvimento na Barra de Menus.
Top Sites
Esta funcionalidade permite que você visualize as miniaturas dos sites mais visitados. As páginas são adicionadas automaticamente neste menu a partir da segunda vez que ela for visitada e para acessar qualquer uma delas basta clicar sobre a miniatura desejada.
Exibindo o Top Sites do Safari
As páginas que receberam alguma atualização desde sua última visita recebem uma estrela no canto superior direito de sua miniatura. Dentro das configurações possíveis para esta aba pode-se definir a posição de cada uma das miniaturas bem como o local no qual elas deverão aparecer. Isto pode ser feito clicando-se no botão “Edit” no canto inferior esquerdo da tela.
A estrelinha no canto mostra que a página foi atualizada
Para reposicionar, basta “clicar e arrastar” para o novo local, para fixar clique sobre o “alfinete” e caso deseje que a página não apareça utilize o “X”. O tamanho de visualização pode ser definido entre pequeno, médio ou grande e a quantidade de miniaturas exibidas varia (entre 6 e 24) conforme a opção selecionada.
Editando o Top Sites
History Search
Esta opção pode ser acessada através da tela “Top Sites”, sendo exibida como uma “barra de busca” no canto inferior direito da tela. Clicando sobre esta ferramenta, ela permite que você possa alternar entre as páginas armazenadas em seu histórico através de uma barra de rolagem horizontal (ou o botão de scroll do mouse) que controla o movimento das visualizações das janelas. A página inteira é exibida na tela em forma de uma miniatura.
Função de exibição do histórico mostrando a página completa
Cover Flow
Infelizmente, como por vezes (ao menos na versão para Windows) adicionar favoritos não funciona adequadamente, esta ferramenta também não apresenta sua função de forma satisfatória.
Cover Flow mostrando a página inicial dos favoritos
Esta opção serve para exibir a miniatua dos sites adicionados ao seu “Favoritos”, economizando assim o tempo de ser obrigado a entrar no site desejado para ver se há algo diferente (no caso de ele não estar no “Top Sites”). Para acessá-la, basta entrar em “Bookmarks” e clicar sobre a página desejada.
Private Browsing
Se você não quer deixar rastros das páginas acessadas, esta opção cumpre exatamente a funcionalidade que você estava procurando. Quando esta ferramenta é ativada (acessada por meio do menu de Ferramentas), as páginas não são adicionadas no histórico, itens são removidos da janela de downloads (não ficam memorizados), não são salvas informações para o recurso de auto-completar e as buscas efetuadas também não são gravadas.
publicado por jorgepc às 16:54
sinto-me:

Um URL é a localização de arquivo na Web. Alguns exemplos de URLs incluem http://www.blogger.com/ ou http://myblog.blogspot.com/. O URL que você selecionar será usado pelos visitantes, ou por você mesmo, para acessar o seu blog.

Durante o processo de criação do blog, será pedido que você selecione um URL para o seu blog, se você desejar que ele seja hospedado no Blog*Spot. Como há um grande número de blogs do Blog*Spot, você precisará ser criativo e possivelmente tentar blogs diferentes antes de encontrar um que esteja disponível. Uma coisa a ser observada ao selecionar o URL do seu blog é que os hifens ( - ) são os únicos caracteres não-alfanumérico permitidos. Não são permitidos espaços, nem os caracteres de sublinhado (_) ou qualquer outro caractere especial

publicado por jorgepc às 16:53
sinto-me:

Nos últimos anos, tem se proliferado na internet sites de transmissão de vídeos. Episódios de seriados, desenhos animados, trechos de filmes, videoclipes e as mais estranhas bizarrices que você possa imaginar, estão espalhadas pelos milhares de endereços na web que oferecem este tipo de serviço.
Contudo, conforme aumentou o número de sites disponibilizando transmissões online de vídeos, surgiu também a vontade de muitos usuários possuírem estes vídeos em seu computador, logo, diversos programas que fazem isto apareceram.
Um dos mais populares do gênero, e mais baixado da categoria no Baixaki, é o VDownloader. Aprenda como usá-lo agora através deste guia de uso que preparamos para vocês.
Encontre o Vídeo para Baixar
Existem várias maneiras diferentes de encontrar um vídeo para fazer download através do VDownloader. A primeira delas é usando a guia “Baixar”. Através dela, você deve informar o endereço exato do vídeo – no campo “URL do Vídeo” – para que o programa inicie a transferência da internet para o seu computador.

Copie a URL do vídeo de seu navegador e cole no VDownloader

Outra maneira de encontrar seu vídeo é utilizando a guia “Pesquisar”. Lá existe um campo específico para digitar termos referentes ao conteúdo do vídeo que deseja fazer o download. Clicando-se no botão “+ Websites” é possível definir em qual site será feita a pesquisa.
É possível selecionar entre YouTube, DailyMotion, MegaVideo e Yahoo! Video. Ao lado da barra de pesquisa, existe ainda um outro botão – “Mais”. Sempre que quiser renovar os resultados obtidos por uma pesquisa, apenas clique sobre ele.
Pressionando o botão “Pesquisar”, serão exibidos um certo número de resultados, através dos quais você poderá selecionar entre visualizá-los em seu site de origem ou então iniciar o seu download através do VDownloader. Para isso, utilize os botões posicionados ao lado direito da imagem em miniatura do vídeo selecionado.

Digite termos em busca do vídeo desejado

Navegue pelos Sites de Vídeo
Outra opção que facilita muito a vida de quem deseja encontrar um vídeo para baixar utilizando este programa é a guia “Navegador”. Como fica claro através do nome deste recurso, ele funciona exatamente como um navegador, permitindo que você acesse sites normalmente.
Nesta seção, existem links diretos para mais de 15 sites de vídeos diferentes, além de uma barra de endereços que lhe permitirá acessar outras páginas. Para acessar os sites diretamente, selecione-os na guia abaixo da barra de endereços e clique no botão verde ao lado da caixa.

Navegue atrás de seus vídeos favoritos através do VDownloader

Utilizando a barra de endereços, você poderá acessar um site e buscar os vídeos normalmente, como se estivesse em um navegador convencional como o Firefox, o Opera ou o Internet Explorer. Quando encontrar o vídeo desejado, acesse-o como se fosse visualizá-lo e quando quiser iniciar o download, clique no botão “Baixar Vídeo”.
Demais Configurações
Sempre que começar uma nova transferência, você será questionado sobre o destino do vídeo. É possível definir uma pasta única para esta função e, deste modo, tornar mais ágil o processo de downloads. Para isso, vá até às configurações do programa (guia “Configurações”), selecione a opção “Usar pasta padrão” e escolha qual será o diretório de todos os vídeos baixados com o VDownloader.
Para não ter problemas com codecs, nas configurações deste programa, pode-se definir também qual o codec padrão será utilizado na conversão dos vídeos para o formato que você escolheu.

Acesse as Configurações e deixe o VDownloader perfeito para o seu uso

publicado por jorgepc às 16:52
sinto-me:

Conheça quais são os programas mais conhecidos para utilizar o MSN no Linux

Muitas pessoas, ao migrarem do Windows para o Linux, sentem-se desconfortáveis na hora de utilizar programas substitutos para os quais utilizavam antes no Windows. Um exemplo de programa que  muitas pessoas utilizam no sistema operacional da Microsoft mas que não encontram no Linux é o Windows Live Messenger.

Apesar de não ser possível encontrar o WLM para o Linux, existe uma série de opções para substituí-lo no Linux. Os programas substitutos são bem variados, apresentando diferentes pontos fortes e fracos, podendo agradar a diferentes tipos de perfis.

Neste artigo, o Chrome dicas mostrará a você quais são as diferenças entre os clientes para MSN mais populares do site, e a quem eles são recomendados. Se você ainda não achou um programa desses que lhe agrade, certamente você encontrará um que se enquadra ao seu perfil.
Ícone do aMSN

aMSN

O aMSN foi desenvolvido com o propósito de ser um clone do MSN no Linux. Recentemente, as últimas atualizações do programa o deixaram com um visual melhorado, o qual antes era um dos defeitos do programa.

Janela de conversação do aMSN

O programa é um dos mais conhecidos quando se fala em MSN no Linux, e conta com suporte a várias funções do MSN do Windows, como por exemplo webcam, que é algo bastante visado mas, nem sempre é encontrado nos programas para mensagens instantâneas no Linux. Mensagens offline, plugins, skins, emoticons personalizados, suporte a conversas em grupo, conversas separadas por abas, são outras opções encontradas no aMSN.
Ícone do Pidgin

Pidgin
O Pidgin vem no pacote de programas do Ubuntu e de algumas outras distribuições. Também apresenta suporte a diversos tipos de protocolos para mensagens instantâneas, os quais são MSN, Google Talk, ICQ, IRC, AIM, além de outros onze, totalizando um suporte a dezesseis protocolos diferentes. É possível instalar plugins e adicionar suporte a outros protocolos, caso o que você procure não seja suportado por padrão.

Janela de conversação Pidgin

Apresenta suporte a emoticons personalizados, conversas em abas, mensagens pessoais, plugins, dentre outros. O suporte a plugins talvez seja uma das melhores opções, pois a comunidade que desenvolve plugins para o Pidgin é grande, sendo possível encontrar várias melhorias para o programa. Não possui suporte a webcam ainda.
Ícone do Kopete

Kopete

Programa padrão do gerenciador de ambiente gráfico KDE quando se fala em cliente para trocas de mensagens instantâneas. Apresenta suporte a 13 diferentes protocolos, que incluem MSN, ICQ, Jabber, dentre outros.

Janela de conversação do Kopete

Talvez por ser o programa padrão do KDE, é bastante popular. Infelizmente, não possui suporte para emoticons personalizados (apenas para visualização, mas não deixa que você personalize os seus), mas é um dos que permite utilizar webcam. Por ser desenvolvido pelo KDE, o programa apresenta grande interação com a interface do ambiente.
Ícone do Mercury

Mercury

É provavelmente o programa para mensagens instantâneas mais completo que existe hoje para o Linux. O ponto fraco é que o programa é muito pesado, mas se seu computador não for muito antigo, não haverá problemas em rodá-lo.

Janela de conversação Mercury

A interface do programa é muito bonita, e também é totalmente personalizável. Você pode mudar a cor de fundo ou adicionar uma imagem ao fundo da lista de contatos. Também é possível mudar os ícones dos contatos. Apresenta suporte a webcam, emoticons personalizados, mensagens offline, mensagens manuscritas, winks, pedidos de atenção, dentre outros.
Na tabela abaixo, você pode conferir um apanhado geral do que cada programa tem a oferecer:
Tabela comparativa dos programas
Ainda assim, se você achar que falta alguma coisa em algum destes programas citados, você pode procurar outras alternativas existentes, tais como o Emesene, KMess ou o SIM, os quais também são programas muito bons.

E você, utiliza algum programa para mensagens instantâneas? Qual é o seu preferido, e por quê? Compartilhe seu conhecimento a respeito do assunto e ajude a deixar o artigo mais completo!
publicado por jorgepc às 16:50
sinto-me:

Aprenda a compartilhar impressoras em redes que possuem sistemas operacionais Linux e Windows.


Neste artigo, você aprenderá uma dica muito útil para redes que possuem máquinas que utilizam sistemas operacional Linux e outras que utilizam sistema operacional Windows. Como compartilhar a impressora em casos assim? Apesar de parecer uma tarefa difícil de ser realizada, a solução é mais simples do que parece.

Vale ressaltar que a versão Linux utilizada para este artigo foi a Ubuntu 9.04, e que se você estiver utilizando outra versão, alguns detalhes poderão ser diferentes.
Impressora compartilhada entre Windows e Linux
Primeiro caso: instalar impressora do  Linux no Windows
No Linux, é necessário que você possua o programa CUPS instalado no sistema. Em várias distribuições, ele vem junto dos programas padrão apresentados pela distro. Mas se este não for o seu caso, faça o download do CUPS neste link. Ou, se você não utiliza o Ubuntu, faça o donwload clicando aqui.

A partir daí, você deverá adicionar algumas configurações ao CUPS. Edite o arquivo cupsd.conf, localizado na pasta /etc/cups/ (esta pasta pode variar de acordo com a distribuição que você utiliza). Você pode fazer isso ao abrir um terminal qualquer e digitar o seguinte comando: sudo gedit /etc/cups/cupsd.conf . Se você estiver em outra versão Linux que não tenha o comando sudo habilitado, digite o comando su - para adquirir permissões de root e em seguida digite gedit /etc/cups/cupsd.conf .
Adicione as seguintes linhas no final do arquivo:

#Listen localhost:631
Listen *:631
Listen /var/run/cups/cups.sock

Em seguida, reinicie o CUPS com o comando sudo /etc/init.d/cupsys restart . Ou, somente /etc/init.d/cupsys restart , com as permissões de root, caso seu sistema não possua o sudo habilitado.

Pronto! A impressora está compartilhada na rede. Basta apenas que você a adicione  no Windows. Para fazer isso, abra o gerenciador de impressoras, localizado em Painel de controle > Impressoras e aparelhos de fax. Em seguida, no menu ao lado esquerdo, selecione a opção “Adicionar uma impressora”. Clique em Avançar, e na tela seguinte, selecione a opção “Uma impressora da rede ou conectada a outro computador”.
Adicionar impressora no Windows
Nesta tela, você deve inserir a seguinte linha na opção URL: http://SERVER:631/printers/PRINTER, onde SERVER é o nome do host ou IP da máquina que possui a impresso instalada e PRINTER é o nome da impressora que foi compartilhada.
Segundo caso: instalar impressora do Windows no Linux
Obs: antes de realizar o procedimento, lembre-se de compartilhar a impressora no Windows.
No caso contrário, no qual a impressora está instalada no Windows, e se deseja adicioná-la ao Linux, você deve realizar o seguinte procedimento:
Selecione o menu Sistema > Administração > Impressão. Na janela que será aberta, clique sobre o ícone de adicionar nova impressora, localizado abaixo do menu “Servidor”, e selecione a opção “Windows Printer via SAMBA”, que pode ser encontrado ao expandir o menu “Impressora de Rede”.
Adicionar impressora no Linux
No campo para digitar o endereço da impressora, digite o endereço conforme pode ser observado no exemplo abaixo do campo em branco para a inserção, ou clique no botão “Navegar” e tente encontrar a impressora ao navegar pela rede. Se for pedido um nome de usuário, utilize o nome “guest”, ou “convidado”.

Caso ocorra algum problema, procure alterar as opções na impressora do Windows, desmarcando a opção “Habilitar suporte bidirecional”, na aba “Portas” das propriedades da impressora no Windows.

Pronto! Agora você já sabe como compartilhar sua impressora com outros computadores, seja do Linux para o Windows ou do Windows para o  Linux.
publicado por jorgepc às 16:48
sinto-me:

Aumente o volume do som de seu sistema, que vem baixo por padrão.


Após instalar uma distribuição Linux qualquer no PC, é muito comum que o volume de som do sistema venha muito baixo por padrão. Por isso, muitos usuários pensam até que a distro pode ter algum defeito. Isso já aconteceu comigo, pois quando instalei o Mandrake alguns anos atrás(que virou o Mandriva posteriormente),  ele estava completamente sem som. A solução foi bem simples, sendo a mesma que será explicada aqui: habilitar o som no controle de volume do sistema.

Como demonstração, vamos usar o Ubuntu Linux por exemplo. Para entrar nas configurações de áudio do Ubuntu, basta clicar com o botão direito sobre o ícone de som na barra de tarefas superior e verificar se a opção mudo está selecionada. Caso positivo, desmarque esta opção. Caso contrário, selecione “Abrir Controle de Volume”.

Controle de Volume do Ubuntu


Na interface acima, você pode notar três níveis de volume (Mestre, PCM e Front), se o Alsa Mixer for o dispositivo de áudio padrão de seu sistema. Logo, para aumentar o volume, basta ajustar estes três níveis nas barras. Caso o dispositivo seja outro, como o PulseAudio, basta testar as opções que causam uma mudança no volume de som.

Demais distribuições


O processo descrito acima é bastante parecido para as demais distribuições. Caso você esteja usando o ambiente gráfico Gnome, provavelmente você irá executar os mesmos passos apresentados. Se o ambiente de sua distro for o KDE, XFCE ou outro, procure o ícone de áudio em algum dos painéis do desktop e selecione as opções relacionadas às alterações do volume do som.

publicado por jorgepc às 16:47
sinto-me:

Aprenda a proteger seus arquivos a paritr dos aplicativos GnuPG e Gnome-GPG

Hoje vamos aprender a criptografar arquivos no Linux de maneira muito simples. Para isso, utilizaremos duas ferramentas, a GnuPG e a Gnome-GPG. A primeira delas funciona completamente através de terminal de comandos e a segunda utiliza o autenticador de senhas do Gnome. Contudo, o funcionamento de ambas são parecidos, pois a Gnome-GPG é baseada na GnuPG.

Encriptando arquivos

Ambas ferramentas, GnuPG e Gnome-GPG, são muito fáceis de serem utilizadas, mesmo por quem não possui conhecimentos em comandos Linux. Para encriptar um arquivo, abra um terminal de sistema, como o gnome-terminal, Xterm ou Konsole. Antes de mais nada, o comando “gpg” é relativo ao GnuPG e o “gnome-gpg” ao Gnome-GPG.

Ainda no terminal de sistema, digite o comando:

$ gpg -c teste.zip ( usando o GnuPG)

ou

$ gnome-gpg -c teste.zip (usando o Gnome-GPG)

Em seguida, forneça duas vezes a senha que irá proteger o arquivo. Como o gpg, a senha será requisitada no próprio terminal. Já o gnome-gpg abre a seguinte janela:

Digite a senha duas vezes

Como resultado, um arquivo chamado teste.zip.gpg será criado, cujo formato é impossível de ser compreendido por um ser humano.

Decriptando arquivos


Continuando no terminal de sistema, digite um dos comandos abaixo para decriptar o arquivo:

$ gpg teste.zip.gpg (GnuPG)

ou

$ gnome-gpg teste.zip (Gnome-GPG)

Agora, forneça a senha do arquivo. Do mesmo modo, o GnuPG irá perguntar pela palavra chave no próprio terminal, enquanto que o Gnome-GPG irá solicitá-la pela janela abaixo:
Digite a senha

Como resultado, o arquivo teste.zip original será restaurado.

Algumas observações importantes

A encriptação de um arquivo não apaga a sua versão original, portanto, fique atento a este detalhe. Além disso, a senha deve ser escolhida de forma cuidadosa, de forma que não seja fácil descobri-la através de métodos de tentativa e erro.
publicado por jorgepc às 16:45
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