PESSOAL NESTE BLOG EU TRATO DE TUDO UM POUCO SOBRE INFORMÁTICA. ESTE BLOG SERVE EM PARTE PARA MIM COMO UM BLOCO DE NOTAS. PUBLICO AQUI MUITO ASSUNTO DE QUE ME PEDEM. ESPERO K APRECIEM ,

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Fev 10

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publicado por jorgepc às 04:37
sinto-me:

Aprenda a adicionar atalhos que podem facilitar sua vida no Ubuntu.

Neste artigo você aprenderá mais uma dica básica para o Ubuntu Linux, a qual refere-se a botões de atalho que podem ser incluídos nas barras de tarefas do Ubuntu. Estes atalhos podem ser muito úteis, uma vez que nos poupam o trabalho da necessidade de localizar aplicativos nos menus do Ubuntu.

Talvez algumas pessoas prefiram pressionar ALT+F2 (ou ainda, utilizar um terminal) e digitar os programas que procuram, mas nem sempre você conseguirá abrir programas desta forma digitando apenas o nome com o qual eles apresentam-se no menu. Um exemplo disso é o Terminal, que deve ser chamado através do comando gnome-terminal, e não apenas digitando terminal. Isto faz com que alguns programas sejam um pouco mais chatos para serem iniciados por essa maneira.
Detalhes do Ubuntu
Logo após a instalação do sistema, ou mesmo durante a utilização do LiveCD, você pode visualizar três ícones ao lado do menu Sistema: Firefox, Correio do Evolution e a Ajuda. Saiba que você pode adicionar mais ícones iguais a estes, além de excluir aqueles que você achar desnecessários.

Adicionando e Configurando Atalhos à Barra de Tarefas
Para adicionar um atalho à alguma barra de tarefas do Ubuntu, basta que você clique sobre ela com o botão direito, e selecione a opção “Adicionar ao painel...”. Em seguida, será apresentado a você uma janela contendo uma série de aplicativos que podem ser adicionados à barra de tarefas.
Adicionar ao painel
Para adicionar um programa à barra de tarefas, você deverá selecionar a opção “Lançador de aplicativo..”, por onde serão mostradas as opções disponíveis nos menus do Ubuntu para que você adicione a que deseja.

Além desse modo, existem outros dois que podem ser utilizados para adicionar programas à barra de tarefas: ao selecionar o aplicativo no menu Aplicativos e arrastar o ícone dele até a barra de tarefas, ou após selecionar o ícone no menu, clicar sobre ele com o botão direito e então selecionar a opção Adicionar lançador ao painel”.
Adicionar aplicativo à barra de tarefas
Além de adicionar, também é possível movimentar, excluir, modificar a aparência e alterar preferências (quando disponível) dos botões de atalho da barra de tarefas. Todas essas opções são encontradas ao clicar sobre o ícone do aplicativo com o botão direito do mouse.
publicado por jorgepc às 04:29
sinto-me:

Muito mais agradável que acordar ao som de um alarme desagradável é despertar com suas músicas favoritas. Agendar tarefas como esta para momentos específicos em seu computador é mais fácil do que se imagina.





Seja para tocar suas músicas ao despertar, ligar seu computador sempre com sua reserva musical ou simplesmente aumentar seu conhecimento das ferramentas do Windows, aprenda a agendar a reprodução de suas músicas.
Esqueça o rádio-relógio
Não é preciso baixar nada, tudo de que vamos precisar é o Windows Media Player e o Agendador de Tarefas, ambos programas nativos do Windows. Comece abrindo seu Agendador de Tarefas (Task Manager, em inglês) digitando seu nome na Barra de tarefas.
Selecione então a opção “Criar Tarefa Básica”, localizada ao lado direito do agendador.
Seu primeiro trabalho é nomear e descrever a tarefa, escolha algo que seja fácil para você recordar posteriormente. Escolhemos “Despertador Musical” como exemplo.
O próximo passo se refere à frequência com que a tarefa é executada. Ou seja, se você quer que ela ocorra todo dia, semanalmente, mensalmente, sempre que iniciar o computador ou somente uma vez.
Também se deve atribuir um horário para o início da reprodução. Se desejar, escolha ainda a partir de que dia ela se inicia e os intervalos de dias.
Agora que você já tem um cronograma, só falta estipular qual ação deve ser feita no intervalo que você acabou de definir. Neste exemplo, foi escolhida a opção “Iniciar um programa”.
Finalmente chegou a hora de definir qual arquivo será executado. Selecione músicas específicas ou Listas de Reprodução clicando em “Procurar”.
Confira no último passo se todas as informações estão corretas e clique em “Concluir” para finalizar o agendamento.
Considerações finais
Quando quiser desfazer a tarefa que você criou ou alterar o arquivo a ser reproduzido, abra novamente o Agendador de Tarefas, selecione a tarefa e clique em “Propriedades”.
Não é preciso alterar o agendamento da tarefa para adicionar novas músicas à lista de reprodução. Desde que você salve o arquivo com o mesmo nome, qualquer alteração na lista será aplicada automaticamente à tarefa.
É importante que o arquivo que você selecionou esteja associado ao programa que você deseja abrir. Para alterar o programa que executa a música ou Lista de Reprodução, clique com o botão direito sobre ele e escolha a opção “Abrir com”. Renomear ou mover o arquivo que você selecionou também resulta em falha da tarefa, neste caso aponte o novo arquivo nas opções do agendador.
Perceba que o Agendador de Tarefas pode ser aplicado para as mais diversas finalidades, o processo é sempre parecido. Com um pouco de criatividade, você agenda filmes, músicas para a hora de dormir, conecta-se a um site específico ou acessa aquele game na hora em que você volta pra casa.

Dica do XP: restaure ícones removidos da Área de Trabalho

Posted: 18 Feb 2010 02:35 PM PST

Onde estão os Meus Documentos? A Lixeira sumiu? Saiba como restaurar os ícones da Área de Trabalho que foram apagados e nunca mais se desespere com o desaparecimento desses itens.



Em algumas das muitas manutenções periódicas que realizou em seu computador, você já deve ter feito uma limpeza na Área de Trabalho. Além de eliminar objetos inúteis, você pode fazer uso da ferramenta que o próprio Windows oferece a para deixar seu desktop mais organizado.
O problema é que em alguns casos essa organização é eficiente até demais e apaga atalhos realmente necessários. Se você tentou acessar sua Lixeira, Meu Computador e Meus Documentos ,e não os encontrou sabe bem como é a sensação de “e agora, onde é que está?”.
Se isso aconteceu com você, não se desespere. A ocultação desses ícones não é nada de outro mundo e pode ser facilmente restaurada com apenas alguns cliques.
Clicou, voltou
Como você já deve ter percebido, os atalhos para Lixeira, Meu Computador e Meus Documentos são um pouco diferentes daqueles utilizados por programas e demais arquivos. Por serem elementos nativos do sistema, seu funcionamento é um pouco diferenciado, o que pode gerar confusão quando eliminados.
Passo 1
Caso você tenha eliminado algum desses ícones e queira restaurá-los, clique com o botão direito do mouse na Área de Trabalho e selecione a opção “Propriedades”. Uma nova janela é aberta, então selecione a aba “Área de Trabalho”.
Essa tela é bastante conhecida de muitos usuários do Windows XP, já que é a mesma utilizada para a troca do papel de parede. Logo abaixo da lista de wallpapers há o botão “Personalizar Área de Trabalho”. Ao clicar nele, outra janela é aberta.
Passo 2
Perceba que nesta área, além dos conhecidos ícones, existe uma pequena lista um pouco mais acima. Os itens marcados são aqueles que devem permanecer em sua Área de Trabalho, portanto basta selecionar quais você deseja inserir ou retirar. Então é só clicar em "OK" nesta e na janela anterior para que as mudanças sejam ativadas.
Agora é com você! Esta dica foi útil? Já apagou algum atalho e não soube como restaurá-lo? Conte o que aconteceu nos comentários!

publicado por jorgepc às 04:16
sinto-me:

Sinal baixo ao usar conexões Wi-Fi em casa? Veja algumas dicas de como melhorá-lo



Antes precisávamos de uma série de cabos para conseguir ter uma boa conexão no computador. Um que vá ao modem, depois outro que chegue ao HUB e mais um para conectar seu PC. Bem, isso tudo pode ser facilmente minimizado ao usar uma rede wireless.
O problema é que muitas pessoas não trocam a sua rede com cabos por um roteador sem fio porque nem sempre o sinal wireless é forte o suficiente, e você ainda acaba por ter uma perda significativa de velocidade em sua conexão.
Outro fato bastante comum é a variação de sinal, que às vezes só é forte próximo do roteador. Mas há várias maneiras de melhorar o sinal Wi-Fi — confira as nossas dicas:
Primeiro passo: identificar o problema
Verifique onde está o router.Antes de tudo, você precisa identificar o que está causando a queda do sinal ou a lentidão ao utilizar a conexão wireless. Dê uma olhada onde seu roteador Wi-Fi está colocado. Procure deixá-lo em locais centrais de sua casa, de maneira que atinja todos os cômodos.
Ele deve também ficar em uma altura elevada, como sobre uma estante. Preste atenção em paredes e objetos metálicos extremamente densos, pois prejudicam bastante o sinal. Veja mais detalhes sobre isso no artigo “
Melhor posição para roteadores sem fio”.
Para testar o estado do sinal, utilize também outros dispositivos, como celulares e portáteis compatíveis com conexões wireless. Assim você pode saber se o problema parte do computador ou do roteador.
O problema é o PC
O seu computador também pode ter problemas no recebimento do sinal. O recomendável é que ele não fique no chão, e sim elevado em alguma superfície, pois ele precisa receber o sinal de maneira desimpedida. No caso de notebooks isso pode ser mais simples, já que ficam sobre mesas e a recepção acaba por ser melhor.
Em alguns casos, a placa de recepção Wi-Fi pode não ser boa o suficiente ou apresentar problemas.  A resolução do problema pode ser comprar uma nova placa PCI ou um adaptador USB para recebimento de sinal sem fio. Verifique também se os drivers de todos os dispositivos estão atualizados.

Plugue um adaptador USB.
O problema é o roteador Wi-Fi
Canal do roteador: os roteadores costumam vir com um padrão de fábrica. Pense que os eletrônicos sem fio utilizam, geralmente, a mesma frequência. Sendo assim, é necessário modificar o canal em que o roteador trabalha para não haver nenhum tipo de complicação no sinal. Para mudar o canal do roteador é possível usar o programa
NetStumbler (clique aqui).
Atualize o firmware: acredite se quiser, mas atualizar o software de seu roteador pode fazer uma diferença enorme na qualidade da transmissão e recebimento de dados. Para atualizar o firmware do roteador você deve ir até o site do fabricante e procurar atualizações para o modelo que você tem.
Antenas do roteador Wi-Fi: elas são medidas em uma unidade chamada dBi que, de modo resumido, corresponde ao ganho de energia obtido nos planos vertical e horizontal. Quanto maior o dBi, maior e melhor o alcance das antenas que estão conectadas ao roteador. Assim, se você conseguir antenas mais potentes, os obstáculos e a distância tornam-se um problema menor.
Melhore as antenas.
Se você tiver um roteador que permite trocar as antenas, experimente fazer isso. A maioria deles vêm com antenas de 2 ou 3 dBi, então trocar por algumas mais potentes é uma boa resolução de problemas. Os preços de antenas com 12 dBi, por exemplo, custam menos do que 100 reais.
Direcione o sinal: quando o roteador wireless está ligado, o sinal vai para todos os lados. E você pode aumentar a intensidade dele ao direcionar exatamente para o local que você quer como receptor do Wi-Fi. Para isso, experimente fazer uma “gambiarra” utilizando uma lata de refrigerante, por exemplo, criando uma espécie de parábola na antena do roteador. Veja o vídeo abaixo:


Repetidores: eles também são bastante eficientes quando se fala em aumentar a efetividade com que o sinal chega. A função dos repetidores é simples: eles reenviam o sinal wireless obtido do roteador principal, como se fossem espelhos. Dessa forma, você pode dividir o espaço total de sua casa em dois ou mais pontos principais e obter uma cobertura Wi-Fi muito mais eficiente.
Nada disso resolveu. E agora?
Se você já tentou configurar corretamente o computador, atualizou os drivers do roteador (que está colocado em um bom local), adquiriu novas antenas e mesmo assim o sinal continua muito ruim, a solução pode ser comprar um novo roteador Wi-Fi.
É possível que o modelo que você tem não seja muito bom. Logo, uma boa ideia é pesquisar os roteadores existentes no mercado e verificar quais deles têm melhores qualidades de sinal e funcionamento para os usuários.

publicado por jorgepc às 04:15
sinto-me:

Aprenda a esconder programas rodados no computador para manter sua privacidade enquanto você o utiliza.





Independente do motivo, em algum momento você quer esconder aplicativos e tarefas em execução no seu computador daqueles olhos curiosos que estão em volta. Nativamente o Windows não possui nenhuma ferramenta para isso, porém, um aplicativo pequeno e simples dá conta do recado.
O programa de que falamos é o
WinRAP, software em código aberto que permite esconder qualquer tarefa e aplicativos por meio de poucos cliques. Aprenda agora a como realizar essa ação rapidamente.
Escondendo aplicativos em execução
O primeiro passo é, obviamente, fazer o download do WinRAP. Além de pequeno e gratuito, o programa não precisa ser instalado. Finalizada a transferência, execute o aplicativo e você verá a janela abaixo, contendo uma lista de todos os aplicativos abertos na barra de tarefas do Windows.
Esconda aplicativos
O próximo passo é selecionar os programas que você quer esconder. O WinRAP permite esconder apenas um programa por vez, portanto, clique sobre ele e pressione o botão Hide (esconder). Feito isso, a janela do aplicativo escondido não mais aparece na barra de tarefas e nem no desktop.
Exibindo programas
Os programas escondidos figuram em uma nova lista na parte inferior da janela do programa. Para voltar a exibi-los você tem duas alternativas: encerrar o WinRAP ou então clicar no botão Unhide (exibir).
Travar
O WinRAP ainda possui opções de trava no menu Lock. Por meio desse recurso as configurações realizadas por você permanecem intocadas e não é mais possível esconder ou exibir mais programas, muito menos encerrar o aplicativo.
Existem três opções de trava: Normal modeTray modeStealth mode. O primeiro simplesmente bloqueia o uso do programa. O segundo faz o mesmo, porém, deixa ele “invisível” na bandeja de relógio do Windows. Por fim, o terceiro faz com que ele suma sem deixar rastros e para aparecer novamente é preciso usar o atalho Shift + Z.
Insira a senha para destravar o WinRAP
Em ambos os casos, para destravar o WinRAP é preciso informar uma senha. Por padrão ela é 1234, porém, no caminho File > Configuration é possível alterá-la, bem como redefinir outras configurações do programa.
Reconfigure o programa

publicado por jorgepc às 04:13
sinto-me:

Instale dois sistemas operacionais no mesmo computador e saiba como compartilhar as pastas pessoais.



Windows e Ubuntu sempre dividiram opiniões e espaço no HD do usuário. Muitos ainda preferem o sistema da Microsoft por diferentes razões. Porém, várias novidades estão surgindo nas últimas versões de ambos e prometem esquentar ainda mais as discussões. Que tal testar Windows 7 e Ubuntu 9.10 no mesmo computador?
O dual boot é um sistema que permite instalar dois sistemas operacionais no mesmo PC. Assim, o usuário pode escolher qual usar ao iniciar o computador. Nesse artigo, mostraremos como fazer dual boot utilizando o Windows 7 e o Ubuntu 9.10. Além disso, mostraremos como configurar as pastas pessoais para que elas fiquem disponíveis nos dois sistemas de forma integrada.
Requerimentos
Para realizarmos o dual boot com sucesso, é necessário um disco de instalação do Windows 7, um disco de instalação do Ubuntu 9.10 e, pelo menos, duas horas de tempo livre para realizar todo o processo. Esse tempo será gasto no backup, formatação, instalação e configuração dos SOs.
Antes de começar o processo de configuração do dual boot, faça um backup de todos os arquivos importantes. Isso é altamente recomendável para assegurar que os dados não sejam perdidos acidentalmente por causa de algum erro de configuração durante o processo. Para isso, utilize algum programa para esse fim, como oCobian Backup.
Configurações
O HD será dividido em três partições distintas: uma para o Windows 7, uma para o Ubuntu e uma para os arquivos pessoais. Como o disco suportará dois sistemas operacionais, não é recomendado efetuar o dual boot em discos rígidos com menos de 80 GB.
Computador com Windows 7 instalado
Caso o computador já possua uma versão do Windows (Vista ou 7) instalada, é possível fazer a divisão das partições através do próprio sistema. Para isso, veja o artigo “Redimensionar partições do HD”. Verifique o espaço total do HD e faça a seguinte divisão:

  • Na primeira partição, daremos o nome de “Win7” e serão reservados 25 GB de espaço em disco para instalação do Windows 7. Este espaço deve ser suficiente para o sistema crescer ao instalar programas básicos;
  • A segunda partição não deve ser formatada, pois faremos isso somente ao instalar o Ubuntu. Porém, deixe pelo menos 12 GB reservados para ela;
  • A terceira partição será responsável por armazenar todos os arquivos de dados, tais como músicas, vídeos e outros documentos pessoais. Ela receberá o nome de "Dados" e ficará com o restante de espaço disponível em disco.
O sistema deve ficar mais ou menos dessa forma.
Nota: O sistema sempre reserva uma partição com um espaço pequeno para arquivos de restauração que não deve ser alterada.
Se o computador é muito usado para programas de edição de vídeos, imagens ou para jogos muito pesados, aumente o tamanho total das partições Windows e Ubuntu de acordo com a necessidade.
Computador sem sistema operacional
Caso o computador seja novo e não possua um sistema operacional instalado, insira o CD/DVD de instalação do Windows 7 e ligue o computador. Faça o boot pelo CD e aguarde o sistema preparar a tela de instalação.
Caixa do novo Windows 7 Home Premium.Aguarde o sistema carregar a tela de preferências (idioma/hora/teclado) e clique em "Avançar". Ao chegar ao tipo de instalação, escolha a opção "Personalizada (avançada)". Com isso, aparecerá uma janela com as partições do HD. Agora, selecione a partição com mais espaço e clique em "Avançar" para iniciar a instalação.
Aguarde o término da instalação, que demora alguns minutos. O computador será reiniciado várias vezes nesse processo, portanto, não o desligue até aparecer uma tela solicitando para inserir um nome para o computador. Avance para as próximas janelas normalmente até finalizar as configurações.
Instalado o Windows 7, faça o redimensionamento das partições como indicado anteriormente. Depois de separar o HD em três partes, está na hora de instalarmos o Ubuntu.
Instalação do Ubuntu
Para aqueles que ainda não estão familiarizados com o Linux, existe uma forma de baixar a imagem ISOgratuitamente neste link. Logo após, basta gravar em um CD ou DVD para iniciarmos a instalação. Reinicie o computador com o CD/DVD do Ubuntu gravado e faça o boot por ele.
Instale o Ubuntu pelo CD.
Na primeira tela, escolha a opção “Instalar Ubuntu” e selecione as opções de idioma, configurações de teclado, etc. Ao chegar à janela de configuração das partições, selecione a opção “Manual”. A janela a seguir mostra as partições que configuramos anteriormente no Windows 7.
Selecione a partição com espaço livre que possui os 12 GB que reservamos a ela e clique no botão “Nova Partição”. Na janela seguinte, modifique o valor da partição no primeiro campo para 10000. Em “Usar como”, selecione a opção “Sistema de arquivos com “journaling” ext4”. Marque a caixa “Formatar a partição” e digite “/” em “Ponto de Montagem”. Clique em OK para confirmar as opções.
Edite a partição como informado na imagem.
Ao voltar para a tela anterior, crie uma nova partição com os 2 GB que restaram na partição do Ubuntu. Faça o mesmo procedimento descrito anteriormente, porém, dessa vez, escolha a opção “Partição de Swap” no campo “Usar Como”. Clique em avançar e siga o resto dos passos até finalizar a instalação. Ao reiniciar o computador, o usuário já tem como escolher qual dos dois sistemas ele quer iniciar.
Pastas pessoais
Inicie normalmente o Windows e acesse a pasta com arquivos pessoais do usuário. Copie todas as pastas e cole na partição “Dados” que criamos anteriormente. Volte para a pasta de usuário (C:) e clique com o botão direito do mouse sobre uma das pastas.

Selecione uma pasta de cada vez.
Escolha a opção “Propriedades” do menu de contexto. Na janela seguinte, selecione a aba “Local” e clique no botão “Mover”.

Clique em mover para selecionar a pasta de destino.
Agora, vá até a partição “Dados” e selecione a pasta correspondente ao item escolhido. Clique em “Selecionar pasta” e dê OK para confirmar.

Selecione a pasta correspondente.
Uma janela perguntará se você quer mover o conteúdo da pasta para o novo local, escolha “Sim”. Faça isso para todas as pastas pessoais. Dessa forma, esses arquivos ficarão disponíveis tanto para o Windows quanto para o Ubuntu.

Confirme a modificação.
Configurando o Ubuntu
Reinicie o computador e escolha a inicialização pelo Ubuntu. Abra o menu “Locais” e abra as pastas pessoais. Agora, apague todas as pastas e acesse “Dados”. Arraste todas as pastas pessoais para a parte de baixo do painel à esquerda. Pronto, acesse novamente o menu “Locais” para ver as pastas no lugar.
Arraste as pastas para compartilhar os mesmos arquivos.
Com isso terminamos de configurar os dois SOs com as pastas compartilhadas entre os dois, ou seja, qualquer modificação na pasta de música através do Windows também será alterada no Ubuntu, e vice-versa.
O que você acha, é possível conviver com dois sistemas operacionais ao mesmo tempo? Qual sistema você utilizará com mais frequência?
É claro que o Ubuntu não possui suporte para a maioria dos jogos e aplicativos que funcionam no Windows, mas ele continua avançando para se adaptar às necessidades de todos os usuários. Caso queira saber um pouco mais sobre o Ubuntu e suas funcionalidades, veja um guia completo sobre ele nesse artigo. Até a próxima.
publicado por jorgepc às 04:12
sinto-me:

"Que tal combinar a Área de Trabalho com o Media Player 11? Confira aqui um tema perfeito para a tarefa."



O Windows Media Player 11 pode ser considerado uma revolução em termos de design se comparado com suas versões anteriores. Além das curvas mais sofisticadas e das opções diferenciadas, o que mais chama a atenção do tocador são as cores azuladas que dão um novo tom a suas músicas durante a execução.
Seguindo esse conceito, o Windows Media Player 11 Theme certamente vai deixar o Windows XP ainda mais bonito e charmoso. A predominância da cor azul em tons mais escuros até quase o negro total traz ao tema um visual que combina perfeitamente com o tocador e deixa o computador ainda mais arrojado.
Os botões se tornam mais arredondados e a grande sacada é a marca WMP na parte superior do Menu Iniciar, que mostra exatamente de onde foi retirada a inspiração para a Área de Trabalho. Para completar, o tema traz opções para que você modifique o esquema de cores e, principalmente, o tipo da fonte utilizada para a visualização.

Tema na Área de Trabalho
Como instalar
A instalação do Windows Media Player 11 Theme não é complicada, entretanto é necessário modificar o  Windows XP para que aceite temas não oficiais. Para isso, você deve alterar a DLL do sistema para que o tema seja aplicado no desktop.
Uma ótima dica para tornar essa mudança mais rápida e prática é o Universal Theme Patcher. Com ele você “desbloqueia” rapidamente o SO para que o tema possa ser instalado.
Após usar o Universal Theme Patcher, descompacte o arquivo do WMP 11 Theme e clique no arquivo de extensão MSSTYLES. Automaticamente a janela de personalização do XP é aberta, para que você possa modificar a fonte e o esquema de cores. Escolha a melhor opção e clique em “Aplicar” para deixar o desktop azul e preto, assim como o player.
Clique para aplicar o tema
Opções e mais opções
O esquema de cores do Windows Media Player 11 Theme é modificado, porém não varia em relação aos tons já encontrados no tocador.
Temas como o eVolve e o Concave VS são mais indicados para quem procura um estilo mais futurista na Área de  Trabalho. Já o Kupo XP é minimalista e arrojado, para que o desktop fique mais limpo e bonito. Caso você não consiga decidir qual escolher, baixe o MyColors e o Mediterraneo Plus, que disponibilizam pacotes diferentes em um só lugar.

publicado por jorgepc às 04:10

Veja como é possível transformar qualquer vídeo em alta definição para colocar no YouTube



Querendo ou não, já estamos na época dos vídeos em alta definição. Também identificados pela sigla HD (High Definition), já há alguns meses o YouTube utiliza esses vídeos como um dos novos padrões.
Dessa forma, os navegantes do site que têm conexões mais velozes podem aproveitar vídeos em excelente qualidade de definição. É uma boa adição ao serviço até pelo fato de várias televisões novas trazerem consigo um canal YouTube.
Neste tutorial você confere como é possível converter vídeos de várias resoluções diferentes em HD para que o YouTube os suporte.
Preparando o material
Antes de começar a conversão, tenha em mãos o vídeo que você quer transformar em HD. Se você já tem o arquivo pronto, pode prosseguir com o tutorial. Entretanto, se gostaria de usar o conteúdo de um DVD, é necessário extrair o vídeo antes, com algum programa como o WinX DVD Ripper, CloneDVD ou FormatFactory.
Para converter os arquivos com este tutorial você precisa ter instalados em seu PC: K-Lite Mega Codec Pack e FormatFactory.

O meu vídeo já está em HD (1280x720 pixels)
Se o vídeo já estiver com o tamanho correto para envio HD (alta definição) no YouTube, então você não precisa fazer absolutamente nada além de convertê-lo para o melhor formato possível. Segundo o YouTube, é recomendável vídeos no formato H.264 (eles têm extensão .MP4), duração de 10 minutos no máximo e tamanho de arquivo menor do que 1 GB.
Para converter no formato citado acima você pode seguir os mesmos passos que serão mostrados a seguir.
Convertendo vídeos em resoluções diferentes
É claro que, como o HD é um formato widescreen, o ideal é você ter um vídeo com esse aspecto, seja de resolução maior ou menor. Mas, se o aspecto for diferente (como 4:3), o resultado é um vídeo no formato quadrado, com barras pretas no lado ou esticado.
Para começar, abra o FormatFactory, clique na guia "Vídeo" do lado esquerdo da tela e selecione "Todos para MP4":
Clique em todos para mp4.
Clique em "Adicionar Arquivo" e procure pelo vídeo que você quer converter:
Adicione arquivo.
Agora vamos definir como o arquivo final deve ser. Clique no botão "Configurações de Saída":
Clique em Configurações de Saída.
Primeiramente, certifique-se de que a opção "Codificar Vídeo" está como "AVC (H264)". Depois, escolha o "Tamanho do Vídeo". Como o que queremos é um vídeo HD, deixe a opção como "1280x720 HD Device":
Escolha o tamanho do vídeo.
Agora é hora de definir a qualidade do vídeo. A taxa de bits é a quantidade de espaço que o vídeo vai usar por segundo. No programa, 1024 seria 1MB por segundo, por exemplo. Como estamos deixando em HD, é necessário usar uma taxa de bits relativamente alta, pelo menos 1024:
Defina a taxa de bits.
"FPS" são os quadros por segundo. Para que não aconteça nenhum problema no vídeo, como engasgamentos, o recomendável é deixar "Padrão":
Deixe FPS em padrão.
"Aspecto" é o formato do vídeo na tela. 4:3 é um vídeo fullscreen, enquanto 16:9 corresponde a uma imagem widescreen. É bom deixar a opção "Automático" selecionada. Caso contrário, seu vídeo pode ficar deformado.
Ou seja, se a proporção do vídeo de origem é fullscreen, o seu vídeo, depois de convertido, fica com barras pretas no lado e aparece somente no meio. Se você não se importa que o vídeo fique um pouco esticado e quer que ocupe todo o espaço para ele na tela, use a opção "16:9":
Aspecto automático.
As opções de áudio também são fundamentais. A "Taxa de bit" funciona da mesma forma que para o vídeo e determina a qualidade final. Um áudio de 128 a 256 KB já tem ótima qualidade:
Defina opções de áudio.
Depois de determinar as configurações de saída e voltar para a janela anterior, pressione "Opções":
Clique em Opções.
Aqui você pode selecionar uma área específica para a conversão do seu vídeo. Se você quer somente um trecho específico, basta definir qual o "Tempo Inicial" e o "Tempo Final" e pressionar "Ok":
Caso queira, é possível fazer cortes.
Quando todas as configurações já estiverem certas, o seu arquivo é adicionado à lista. Agora é só pressionar "Iniciar" e aguardar o processo de conversão. O seu arquivo é exportado para o local que diz "Saída". Para localizá-lo facilmente, clique em "Pasta de Destino" quando terminar a conversão:
Pressione para iniciar.
Enviando e visualizando no YouTube
O envio de vídeos para o YouTube em HD é feito da mesma maneira que qualquer outro convencional. Quando você manda um vídeo que está em resolução maior, a identificação do site é automática. Sendo assim, você não precisa se preocupar com nenhuma preocupação extra.
Depois que o vídeo for enviado, você nota uma nova opção logo no canto inferior direito da tela, para deixar o vídeo em três resoluções: 360p (640x360 pixels) , 480p (640x480 pixels) e 720p (1280x720 pixels). Para assistir em HD, é só escolher a última opção:
Assista o vídeo em alta definição.
......................................................
E o tutorial fica por aqui.

publicado por jorgepc às 04:08
sinto-me:
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Aprenda como fazer backup utilizando a ferramenta que já vem instalada com o sistema.



Algumas das ferramentas que já acompanham o Windows não são conhecidas por terem o melhor desempenho ou efetuarem sua função de maneira satisfatória. Entre as mais criticadas, está a ferramenta de backups que já acompanha o sistema.
Como fazer backups regularmente é realmente essencial para manter os dados de seu computador seguros, a Microsoft fez melhorias significativas nesta ferramenta para o Windows 7. Um dos destaques é o fato de o backup agora ser inteligente, salvando apenas os dados que foram incluídos ou alterados após a última cópia de segurança efetuada.
Caso haja mais de uma versão de um mesmo arquivo, o aplicativo permite que você escolha qual deve ser recuperada (por padrão, o programa irá restaurar a versão mais recente). Esta ferramenta faz o backup de imagem para a proteção do sistema e de arquivos, para dados (blibliotecas, dados, conteúdo de meus documentos, etc.), com a possibilidade de selecionar apenas algumas pastas para proteção.
Abaixo é explicado como configurar e aproveitar ao máximo a ferramenta e backup já disponibilizada no Windows 7.
Primeiro clique com o botão direito do mouse no drive que você deseja efetuar backup e escolha a opção “Propriedades”.
Propriedades da unidade de armazenamento
Uma nova janela é aberta. Entre na guia “Ferramentas” e clique em “Fazer backup agora”.
Opção para fazer backup
Em seguida, clique em “Configurar backup”.
Opções de configuração
Nesta tela, escolha o local no qual seu backup será criado. Lembre-se de que aparecem apenas discos rígidos e unidades de CD/DVD.  O Windows recomenda que você faça a cópia para uma unidade externa (removível) e, se esta for sua opção, ela deve estar conectada.
Local para armazenamento
Em seguida, você tem que escolher os arquivos para backup. Há duas possibilidades: “deixar o Windows escolher” ou “deixar que eu escolha”. Na primeira opção, o próprio sistema operacional decide quais dados integrarão o backup. Na segunda, uma nova tela é aberta para que você decida o que deve fazer parte da cópia de segurança (recomendada se você quiser proteger apenas alguns poucos arquivos ou pastas).
Escolher o que fará parte do backup
Nesta etapa, uma janela é exibida para que você confira o que foi escolhido e faça alterações caso seja necessário. Para escolher o intervalo de tempo e horário no qual os backups serão efetuados, clique em “Alterar agendamento”. Então, basta clicar em “Salvar configurações e executar backup”.
Verificar se está tudo correto e opções de agendamento
Feito isso, o programa inicia o primeiro backup do sistema, que é o mais demorado. Os próximos serão feitos somente a partir do que foi alterado em seu computador.

publicado por jorgepc às 04:07
sinto-me:

As coisas teriam uma ordem maior se você pudesse transformar locais de rede ou pastas em discos? Então comece a se organizar melhor! Descubra como fazer esta pequena façanha no Windows 7!

Ter alguns megabytes, gigabytes e por que não terabytes a mais seria genial, não? Muita gente sofre com falta de espaço no disco ou até mesmo desordem devido a criação de pastas e mais pastas. Uma solução parece bem remota em uma hora dessas, não é? Mas não há motivo para desespero. A novidade é que você pode adicionar novas partições a partir de um arquivo VHD, ou seja, Virtual Hard Disk. Funciona como se você tivesse um disco rígido a mais.

Parece boa essa ideia, não? Então para começar, antes é preciso lembrar que, a não ser que você adicione uma reserva de outro disco ou computador, o máximo de espaço disponível para a operação dependerá da capacidade do seu disco rígido normal – naquele em que o Windows 7 está instalado. Avisos dados, mãos à obra!

Clique com o botão direito para começar!
Clique sobre o ícone do “Computador” na sua Área de Trabalho com o botão direito para abrir o Menu de Contexto. Feito isso, clique na segunda opção, “Gerenciar”. Depois, a janela do “Gerenciamento  Computador” deve aparecer na sua tela. Quando isso acontecer, clique em “Repositório” para expandir o item. Uma vez expandido, o subitem “Gerenciamento de disco” aparece logo abaixo do anterior. Em sequência, selecione qualquer unidade exibida na área central do painel.
Selecione as opções exibidas
Agora, clique em “Ação”, e em seguida, “Criar VHD”. O passo seguinte consiste em informar onde o arquivo VHD será alocado. Escolha uma pasta no próprio disco rígido instalado na máquina, ou opte por um local externo ao seu computador. Esta segunda opção é bastante indicada para quem deseja espaço a mais e não apenas organizar o computador. Depois de informar a localização e o nome do arquivo de formato VHD a ser criado, é hora de determinar qual será o tamanho deste virtual hard disk. Digite um número e em seguida informe qual é a unidade – GB (gigabytes), MB (megabytes) ou TB (terabytes).
Determine a localização do seu VHD!
Note que logo abaixo da listagem de discos no seu computador há uma segunda tabela que informa quais são os discos e os status de cada um. Clique com o botão direito sobre o primeiro quadrado do disco recém-criado. Quando o Menu de Contexto abrir, clique em “Inicializar disco”.  Feito isso, é hora de partir para o retângulo logo ao lado da área anterior. Abra o Menu de Contexto novamente, clicando com o botão direito do seu mouse. Uma vez ali, clique em “Novo volume simples...”. Em seguida, você verá uma tela muito semelhante aos processos de instalação de programas.
Visualize os novos volumes
Acesse o menu de contexto novamente
Prossiga até chegar à terceira tela. Ali você deve informar qual a letra identificará a unidade no seu computador. A quarta tela é, sem dúvida uma das mais importantes. É exatamente neste ponto que você deve determinar qual é o tipo de formatação desse Virtual Hard Disk. Clique sobre o segundo marcador para formatar esta unidade nos seguintes padrões: NFTS, FAT ou FAT. Também é interessante nomeá-la unidade para que ela seja identificada com maior facilidade.
Determine os padrões de formatação
O novo volume está instalado!
Depois, basta finalizar o processo e verificar que o novo disco está realmente “instalado”. Acesse “Computador” novamente, e note que ele está lá como se fosse uma partição do seu disco rígido original.
Esta partição pode ser utilizada como um drive comum!
Mas nem tudo é tão perfeito. Digamos que você não se deu bem com esta partição nova e precisa excluí-la. O procedimento é simples. Basta clicar com o botão direito sobre a unidade nova no painel central do “Gerenciamento do Computador”. Feito isso, clique em “Excluir volume”. Pronto! A unidade complementar está apagada!
Se necessário, exclua!
Aproveite esta informação para organizar seu computador, caso ele esteja um pouco bagunçado.

publicado por jorgepc às 04:05
sinto-me:

O Windows 7 facilitou a criação de grupos domésticos de compartilhamento automático. Veja aqui como fazer isso e agilize sua vida.


Dentre as várias novidades do Windows 7 está a possibilidade de criação de grupos domésticos, conhecida como Homegroup. Essa ideia já existia em versões anteriores do Windows, mas agora se tornou muito mais simples.
Antigamente, para criar um grupo doméstico era necessário configurar uma rede doméstica e então cada computador precisaria ser configurado individualmente nessa rede, incluindo a seleção de quais pastas seriam ou não compartilhadas. Inclusive, para o compartilhamento de impressoras, era necessária a instalação e configuração em cada máquina.
Para uma residência com um computador de mesa e um laptop isso pode não parecer problema. Mas em um ambiente com mais computadores, fazer isso individualmente pode ser chato e demorado.
Configurar grupos no Windows 7 é muito fácil!
Por isso mesmo, no Windows 7 esse processo se tornou muito mais simples. A ideia é configurar somente uma rede, gerar uma senha aleatória e, quem quiser se comunicar por ela, só precisa encontrá-la através dos meios disponíveis (ou via cabo de dados ou rede sem fio, Wi-Fi) e digitar a senha. As configurações da rede serão compartilhadas por todos os computadores ligados a ela automaticamente, sem a necessidade fazê-lo individualmente. Porém, caso você queira alterar as configurações de um PC específico, isso também é possível.
Primeiro passo: criar uma rede doméstica
A primeira coisa a ser feita é criar a rede doméstica. É nela que é feito o compartilhamento automático. Para isso, abra o Painel de Controle e escolha “Rede Doméstica”.
Escolha o Grupo Doméstico no Painel de Controles.
Clique no botão “Criar um grupo doméstico”.
Clique no botão Criar um grupo doméstico
Após isso, será perguntado a você o que gostaria de compartilhar automaticamente na rede. As opções selecionadas aqui serão básicas para qualquer computador e todos esses itens serão automaticamente compartilhados pelasmáquinas ligadas ao grupo. Ou seja, se você só deseja criar um grupo para compartilhar fotos e imagens, por exemplo, só selecione essa opção.
Selecione o que gostaria de compartilhar no seu grupo.
Segundo passo: gerar a senha
Após selecionar as opções iniciais do grupo, o sistema gera automaticamente uma senha aleatória. Para se conectar ao grupo e compartilhar automaticamente os arquivos, o usuário precisa digitar corretamente essa senha, então anote-a e passe para os outros usuários.
A senha é aleatória e deve ser usada por todos os membros do grupo.
Terceiro passo: configuração do grupo doméstico
A qualquer momento é possível alterar a configuração dos arquivos compartilhados em rede, indo à configuração da rede doméstica. Assim, você pode passar a compartilhar ou não qualquer tipo de arquivo. O sistema passa a reconhecer esses tipos de arquivos e a compartilhá-los automaticamente.
Configure à vontade seu grupo doméstico.
Quarto passo: alterar a senha do grupo doméstico
A senha gerada pelo sistema é aleatória e serve, principalmente, para proteger os usuários e membros do grupo contra invasões ou outras pessoas que queiram roubar informações dos arquivos compartilhados. Isso é extremamente útil em redes sem fio – wireless ou Wi-Fi – ou em prédios que usam uma rede para compartilhar internet.
Porém, para uma rede doméstica limitada a poucos computadores, uma senha complexa pode somente servir para complicar o acesso de novos membros. Por isso mesmo é possível alterar a senha nesse caso. Para isso, nas configurações da rede há a opção de alterar a senha do grupo.
Escolha esta opção caso você queira alterar a senha do seu grupo.
A senha pode ser alterada por qualquer motivo, por isso mesmo o sistema permite gerar outras senhas aleatórias ou que você crie sua própria senha para o grupo. Lembre-se de que, ao fazer isso, todos os computadores conectados à rede devem estar ligados e ativos, pois ao ser modificada a senha, a nova precisa ser digitada em cada computador novamente.
Coloque aqui a senha que quiser ou crie outra aleatoriamente.
Quinto passo: integrar novos membros ao grupo
Acrescente mais pessoas à sua rede doméstica.Para adicionar novos computadores no grupo doméstico e permitir que eles compartilhem arquivos automaticamente, basta conectá-los à rede e ir ao Painel de Controle na seção de Redes Domésticas. Lá é possível ver todos os grupos domésticos ativos na rede. Selecione o seu e coloque a senha do grupo. Feito isso, o computador passa a compartilhar os arquivos configurados pelo grupo.
Último passo: Alguns detalhes
Vale lembrar que isso só funciona com computadores que rodem o Windows 7. Outros com Windows XP ou Vista poderão fazer parte da rede, mas não do grupo de compartilhamento automático. Estes ainda terão que ser configurados individualmente.
Qualquer versão do Windows 7 é capaz de fazer parte de um grupo, porém somente as versões Home Premium, Professional e Ultimate são capazes de criá-los. As Starter e Home Basic só podem ingressar em grupos. Além disso, grupos domésticos só podem ser criados em redes domésticas. Esse tipo de compartilhamento não funciona com redes corporativas.
publicado por jorgepc às 04:03
sinto-me:

O navegador já é o preferido de milhares de usuários. Confira abaixo algumas dicas de uso e características mais úteis do Google Chrome.


O
Chrome é mais novo dos grandes navegadores e já conquistou legiões de adeptos no mundo todo. O programa apresenta excelente qualidade em seu desenvolvimento, como quase tudo o que leva a marca Google. O browser não deve nada para os gigantes Firefox e Internet Explorer e mostra que não está de brincadeira no mundo dos softwares.
Neste artigo ensinaremos você a utilizar as principais ferramentas do programa, o que também serve como demonstração para quem gostaria de mudar de navegador. Confira nas linhas abaixo um pouco mais sobre o ótimo Google Chrome.
Funções visíveis
Antes de detalhar melhor os aspectos mais complicados do navegador, vamos conferir todas as funções disponíveis logo em sua janela inicial. Observe a numeração na imagem abaixo e acompanhe sua explicação logo em seguida:

1.    As setas são ferramentas bem conhecidas por todos que já utilizaram um navegador. Elas permitem avançar ou voltar nas páginas em exibição, sem maiores detalhes. Ao manter o botão pressionado sobre elas, você fará com que o histórico inteiro apareça na janela.

2.    Reenviar dados, atualizar ou recarregar a página. Todos são sinônimos desta função, ideal para conferir novamente o link em que você se encontra, o que serve para situações bem específicas – links de download perdidos, imagens que não abriram, erros na diagramação da página.

3.    O ícone remete à palavra home (casa) e leva o navegador à página inicial do programa. Mais tarde ensinaremos você a modificar esta página para qualquer endereço de sua preferência.

4.    A estrela adiciona a página em exibição aos favoritos, que nada mais são do que sites que você quer ter a disposição de um modo mais rápido e fácil de encontrar.

5.    Abre uma nova aba de navegação, o que permite visitar outros sites sem precisar de duas janelas diferentes.

6.    A barra de endereços é o local em que se encontra o link da página visitada. A função adicional dessa parte no Chrome é que ao digitar palavras-chave na lacuna, o mecanismo de busca do Google é automaticamente ativado e exibe os resultados em questão de poucos segundos.

7.    Simplesmente ativa o link que você digitar na lacuna à esquerda.

8.    Abre as opções especiais para a página aberta no navegador. Falaremos um pouco mais sobre elas em seguida.

9.    Abre as funções gerais do navegador, que serão melhor detalhadas nos próximos parágrafos.
Para Iniciantes
Se você nunca utilizou um navegador ou ainda tem dúvidas básicas sobre essa categoria de programas, continue lendo este parágrafo. Do contrário, pule para o próximo e poupe seu tempo. Aqui falaremos um pouco mais sobre os conceitos e ações mais básicas do programa.
Com o Google Chrome, você acessa os sites da mesma forma que seus semelhantes – IE, Firefox, Opera. Ao executar o programa, tudo o que você precisa fazer é digitar o endereço do local que quer visitar. Para acessar o portal Chrome dicas, por exemplo, basta escrever chromedicas.blogspot.com(hoje é possível dispensar o famoso “www”, inserido automaticamente pelo programa.)
No entanto nem sempre sabemos exatamente o link que queremos acessar. Para isso, digite o nome ou as palavras-chave do que você procura na mesma lacuna. Desta forma o Chrome acessa o site de buscas do Google e exibe os resultados rapidamente. No exemplo utilizamos apenas a palavra “Baixaki”.
Abas
A segunda tarefa importante para quem quer usar o Chrome é lidar com suas abas. Elas são ferramentas muito úteis e facilitam a navegação. Como citado anteriormente, basta clicar no botão com um “+” para abrir uma nova guia.
Outra forma de abri-las é clicar em qualquer link ao pressionar a rodinha do mouse, o que torna tudo ainda mais rápido. Também é possível utilizar o botão direito sobre o novo endereço e escolher a opção “Abrir link em uma nova guia”.
Liberdade
É muito fácil manipular as abas no Google Chrome. É possível arrastá-las e mudar sua ordem, além de arrancar a aba da janela e desta forma abrir outra independente. Basta segurar a aba com o botão esquerdo do mouse para testar suas funções. Clicar nelas com a rodinha do mouse faz com que fechem automaticamente.
Arraste as janelas livremente
O botão direito abre o menu de contexto da aba, em que é possível abrir uma nova, recarregar a atual, fechar a guia ou cancelar todas as outras. No teclado você pode abrir uma nova aba com o comando Ctrl + T ou simplesmente apertando o F1.
Fechei sem querer!
Quem nunca fechou uma aba importante acidentalmente em um momento de distração? Pensando nisso, o Chrome conta com a função “Reabrir guia fechada” no menu de contexto (botão direito do mouse). Basta selecioná-la para que a última página retorne ao navegador.
Configuração
Antes de continuar com as outras funções do Google Chrome é legal deixar o programa com a sua cara. Para isso, vamos às configurações. Vá até o canto direito da tela e procure o ícone com uma chave de boca. Clique nele e selecione “Opções”.
Básicas
Inicialização: aqui é possível definir a página inicial do navegador. Basta selecionar a melhor opção para você e configurar as páginas que deseja abrir.
Página inicial: caso esta tenha sido a sua escolha na aba anterior, defina qual será a página inicial do Chrome. Também é possível escolher se o atalho para a home (aquele em formato de casinha) aparecerá na janela do navegador.
Pesquisa padrão: como o próprio nome já deixa claro, aqui você escolhe o site de pesquisas utilizado ao digitar na lacuna do programa. O botão “Gerenciar” mostra a lista de mecanismos.
Navegador padrão: aqui você pode definir o aplicativo como seu navegador padrão. Se você optar por isso, sempre que algum software ou link for executado, o Chrome será automaticamente utilizado pelo sistema.
Coisas pessoais
Senhas: define basicamente se o programa salvará ou não as senhas que você digitar durante a navegação. A opção “Mostrar senhas salvas” exibe uma tabela com tudo o que já foi inserido por você.
Preenchimento automático de formulário: define se os formulários da internet (cadastros e aberturas de contas) serão sugeridos automaticamente após a primeira digitação.
Dados de navegação: durante o uso do computador, o Chrome salva os dados da sua navegação para encontrar sites, links e conteúdos com mais facilidade. O botão “Limpar dados de navegação” apaga esse conteúdo, enquanto a função “Importar dados” coleta informações de outros navegadores.
Temas: é possível modificar as cores e todo o visual do navegador. Para isso, clique em “Obter temas” e aplique um de sua preferência. Para retornar ao normal, selecione “Redefinir para o tema padrão”.
Configurações avançadas
Rede: configura um Proxy para a sua rede. (Indicado para usuários avançados)
Privacidade: aqui há diversas funções de privacidade, que podem ser marcadas ou desmarcadas de acordo com suas preferências.
Downloads: esta é a opção mais importante da aba. Em “Local de download” é possível escolher a pasta em que os arquivos baixados serão salvos. Você também pode definir que o navegador pergunte o local para cada novo download.
Downloads
Todos os navegadores mais famosos da atualidade contam com pequenos gerenciadores de download, o que facilita a vida de quem baixa várias coisas ao mesmo tempo. Com o Google Chrome não é diferente. Ao clicar em um link de download, muitas vezes o programa perguntará se você deseja mesmo baixar o arquivo, como ilustrado abaixo:
Logo em seguida uma pequena aba aparecerá embaixo da janela, mostrando o progresso do download. Você pode clicar no canto dela e conferir algumas funções especiais para a situação. Além disso, ao selecionar a função “Mostrar todos os downloads” (Ctrl + J), uma nova aba é exibida com ainda mais detalhes sobre os arquivos que você está baixando.
Pesquise dentro dos sites
Outra ferramenta muito prática do navegador é a possibilidade de realizar pesquisas diretamente dentro de alguns sites, como o próprio portal Baixaki. Depois de usar a busca normalmente no nosso site pela primeira vez, tudo o que você precisa fazer é digitar baixaki e teclar o TAB para que a busca desejada seja feita diretamente na lacuna do Chrome.
Navegação anônima
Se você quer entrar em alguns sites sem deixar rastros ou históricos de navegação no computador, utilize a navegação anônima. Basta clicar no menu com o desenho da chave de boca e escolher a função “Nova janela anônima”, que também pode ser aberta com o comando Ctrl + Shift + N.
Gerenciador de tarefas
Uma das funções mais úteis do Chrome é o pequeno gerenciador de tarefas incluso no programa. Clique com o botão direito no topo da página (como indicado na figura) e selecione a função “Gerenciador de tarefas”.
Desta forma, uma nova janela aparecerá em sua tela. Ela controla todas as abas e funções executadas pelo navegador. Caso uma das guias apresente problemas você pode fechá-la individualmente, sem comprometer todo o programa. A função é muito útil e evita diversas dores de cabeça.
Obviamente o Google Chrome conta com diversas outras funções específicas, o que tornaria este artigo muito grande e dificultaria a leitura. Nestes casos, somente o uso e a experiência com o programa ensinarão você a dominá-lo completamente. O fato é que o Chrome é um excelente navegador e não deve nada para Firefox ou Internet Explorer.

publicado por jorgepc às 04:02
sinto-me:

Este é o novo sistema de pesquisa do Google, exibindo os resultados em tabelas repletas de informações interessantes.

O Google Squared é uma nova forma de visualizar suas pesquisas, a partir de tabelas contendo informações pertinentes às suas buscas. Com ele, é possível comparar os resultados rapidamente, com um único olhar sobre a tela.
Acesse o site do serviço através deste link, realizando sua busca logo em seguida. Vale lembrar que, pelo fato do site ainda estar em desenvolvimento, algumas falhas ainda existem, em especial para pesquisas em português, com resultados insatisfatórios em diversos casos.
Como utilizar
Para iniciar suas buscas, basta inserir o que deseja encontrar na lacuna indicada, como ocorre no buscador original do Google. Neste espaço é recomendado que você escreva em inglês, pois o serviço encontra melhores resultados desta forma.
Caso esteja em dúvida quanto ao que ocorre nas pesquisas, clique em um dos exemplos listados logo abaixo da barra de buscas. Confira, em seguida, os resultados, listados em uma tabela de fácil visualização e compreensão.
Confira a página inicial do serviço
GOOGLE SQUARED
Confira o resultado
Como exemplo para uma tabela, pesquisei por “brazilian presidents”, obtendo bons resultados na busca. Os parâmetros de comparação são automaticamente escolhidos para ela, como nome, foto, descrição, data de nascimento e outros.
Você pode adicionar ou remover as colunas de sua preferência, sem problemas. Para adicionar novas, basta clicar na lacuna “Add Columns”, escolhendo uma das sugestões ou escrevendo alguma mais específica. Para retirar alguma, clique no botão com um X ao lado de cada uma das descrições.
Adicionando ou removendo itens
Da mesma forma, você pode adicionar itens novos à tabela, clicando em “Add items” para escolher um a um, ou selecionando “Add next 10 items”, somando dez novos à lista principal automaticamente.  O botão com o X novamente remove qualquer um dos resultados.
Salve suas tabelas!
Para salvar suas tabelas prontas, basta que você esteja logado em sua conta Google ao entrar no serviço. Repare no botão “Save”, localizado no canto direito da tela. Clique nele e aguarde alguns segundos para que sua pesquisa seja salva. Depois, basta selecionar suas listas dentro da função “Saved Squares”.
O serviço ainda está em desenvolvimento, e infelizmente os resultados por buscas em português ainda não são muito satisfatórios. No entanto, você já pode começar a conhecer o Google Squared, uma maneira inovadora e muito didática de realizar pesquisas pela Internet.

publicado por jorgepc às 03:59
sinto-me:

Não tem segredo. O Tux Paint é um programa de desenho fácil de usar e que divertirá toda a criançada.

Programas de desenho destinados a crianças são raros. Um deles é o Tux Paint, que é todo em português e possui uma interface extremamente intuitiva e colorida, facilitando assim a operação por crianças de qualquer idade. Assim, se você tem filhos pequenos, vale a pena ler este artigo ou até mesmo mostrá-lo a elas para que, além de brincar, elas aprendam desde pequenas e ganhem fluência na utilização do computador.

Para os pais
A instalação é simples, mas deve ser realizada por um adulto, já que os primeiros itens de configuração devem ser definidos na primeira execução do programa. Depois de configurar o programa conforme o seu gosto e o das crianças, você poderá deixá-las brincando à vontade, pois a tela de configurações é independente do Tux Paint, ou seja, enquanto brincam, os pequenos não têm a possibilidade de alterar qualquer configuração acidentalmente.
A janela abaixo mostra a janela com as opções, que está em inglês. Se suas crianças são estudantes de línguas, você poderá até deixar a interface do programa em uma língua estrangeira para estimular o aprendizado. Mas também é possível deixar o Tux Paint em português, para que não haja dificuldade. Basta selecionar a aba “Languages” e clicar na seta para baixo, selecionando a seguir o idioma “Portuguese (Brazilian)”.
Configuração inicial.
*Como a lista é grande, provavelmente a opção do idioma do Brasil não estará visível. Para encontrá-la, utilize a seta para baixo do seu teclado até que apareça a opção desejada. As demais configurações são ajustes que você pode fazer conforme a idade da criança que utilizará, ou mesmo de acordo com o seu próprio gosto.
Para a garotada
Você sabe quem é o Tux? Tux é o nome de um famoso pinguim, que é o dono do Tux Paint, um programa de pintura muito fácil de usar. Depois que os seus pais colocarem o Tux Paint no seu computador, você poderá ficar horas se divertindo com as várias ferramentas, pincéis e cores, e também poderá usar a sua imaginação e criatividade para fazer os desenhos mais legais.
A imagem abaixo está uma confusão, eu concordo, mas ela serve só para mostrar para você um pouco do que dá para fazer com o Tux Paint. Mas não teria graça fazer um desenho se você não pudesse guardá-lo para sempre, não é? Pois o Tux Paint deixa que você grave sua arte no computador e imprima para ter sempre com você.
Deixe seu lado artista aparecer.
Mas não se esqueça: antes de gravar ou imprimir seu desenho peça para seus pais. Pode ser que a impressora esteja sem papel ou o seu computador esteja cheio, então é preciso que um adulto faça isso para você.
Começando a desenhar
Não tem como errar! Do lado esquerdo do Tux Paint você encontra todas as ferramentas que pode usar. São no total seis ferramentas, sem contar com a borracha. Mas não pense que isso é pouco, pois quando você clica em uma ferramenta, como as “Mágicas”, por exemplo, do lado direito da tela serão mostrados todos os pincéis que você poderá usar para fazer mágicas no desenho.
Desfazendo e refazendo.Ih! Errei!
Se você por acaso errar quando estiver fazendo aquela pintura cheia de detalhes, use o botão “Desfazer”, para que sua última pincelada seja apagada. Se mesmo assim não adiantar, continue clicando várias vezes no botão “Desfazer” até que o erro desapareça.
Por outro lado, há o botão “Refazer”. Se você apertar o botão “Desfazer” por acidente, clique no botão “Refazer” para repetir o que você tinha apagado com o “Desfazer”.
A “Borracha” também pode ser usada para apagar algo que você fez de errado. Mas ela também pode servir como um pincel como qualquer outro. Basta que você use a sua imaginação, para que a borracha também transforme seus traços em arte.
Criar, gravar e abrir
Sempre que quiser começar um desenho, clique no botão “Nova”, para que a tela seja apagada e limpa. Quando o botão for clicado, serão mostradas as opções de cor de fundo. Se nenhuma cor de fundo agradar, clique na flecha para baixo, que mostrará outras opções. Tem até alguns desenhos que possuem só o contorno, que servem para você colorir.
Quando quiser escolher um fundo, clique em cima dele e depois no botão “Abrir”. Se já tiver começado a desenhar antes, o Tux Paint perguntará se você quer que ele grave a sua criação. Se quiser gravar, clique no botão “Sim” e peça para os seus pais ajudarem. Caso você não queria gravar, só clique em “Não” e continue a usar o programa normalmente.
Criando novos desenhos.
Até mesmo os gênios da arte precisam descansar, então não fique muitas horas desenhando. Pare para relaxar e continue no dia seguinte. Se você quiser continuar seu desenho depois, clique no botão “Guardar” e peça ajuda para seus pais. Assim, o Tux Paint vai deixar o seu desenho como está e ficar esperando você voltar para terminá-lo.
No outro dia, peça para seus pais abrirem o programa e clicarem no botão “Abrir”, para encontrar o desenho que você gravou. Daí, é só continuar a mostrar seu talento na pintura.
Imprimir
Digamos que você gostou tanto do seu desenho que quer colocá-lo no papel. Peça para seus pais colocarem uma folha de papel na impressora e clicarem no botão “Imprimir” do Tux Paint. Depois de um tempo, sua arte estará pronta para ser colada no seu mural, armário, ou até mesmo na porta da geladeira (que é o lugar de honra de qualquer desenho bem feito).

publicado por jorgepc às 03:57
sinto-me:

Um bom aplicativo para você ver e editar suas fotos, além de algumas outras possibilidades.


O Irfanview é um ótimo aplicativo para visualizar e realizar modificações simples em suas fotos, sem pesar demasiadamente para o computador. Com ele, é possível lidar com imagens em dezenas de formatos diferentes, sem nenhuma complicação.
Além das opções simples de visualização, ele também permite que você converta os arquivos de imagem em diversos formatos, crie slideshows com as fotos e até mesmo aplique alguns efeitos comuns em programas de edição simples.
Como usar o Irfanview
Assim que você abrir o programa, já será possível notar que todas as suas funções principais estão distribuídas na parte superior dele. Ali é possível abrir imagens, criar slideshows, salvar e excluir arquivos, além de muitas outras.
A primeira e principal função do programa é para abrir uma nova imagem. Depois que fizer isto, diversas outras funcionalidades estarão disponíveis para uso. A opção “Edit” realiza modificações simples nela, como inverter, girar, redimensionar, entre outras.
Na opção “Image”, diversas outras possibilidades estão disponíveis, o que pode ser muito interessante para quem gostaria de realizar modificações simples nos arquivos. O destaque é para a função “Effects”, capaz de aplicar dezenas de efeitos muito interessantes em suas imagens.
Todas as outras funções no aplicativo funcionam basicamente da mesma forma, bastando você usar sua criatividade para realizar as modificações. Caso não tenha gostado de qualquer uma delas, tudo que tem que fazer é teclar Ctrl + Z para retornar ao estado anterior da imagem, sem perder o seu trabalho.
Em português fica mais fácil
Se em inglês o programa já é fácil de lidar, no nosso idioma as coisas ficam ainda mais simples. Para traduzir o aplicativo, basta clicar neste
link e baixar o pequeno arquivo de tradução para o português, instalando-o normalmente no seu computador.
Depois disso, acesse o guia “Options” e vá até a função “Change Language”, mudando o idioma do aplicativo. Desta forma, todas as funções dele ficarão totalmente em português, o que torna ainda mais intuitivas para os usuários, descomplicando qualquer dúvida existente em seu idioma original.
Criando Slideshows
Para criar seus slideshows com o Irfanview, basta selecionar o segundo botão principal do aplicativo, muito semelhante a uma película de filme, ativando a função. Na nova janela que aparecerá em seguida, fique atento para as seguintes configurações:
Slide Advancement: Nesta parte, é importante definir a velocidade de mudança das fotos ou se elas serão modificadas apenas com o clique do mouse. Também é possível definir se a mudança seguirá a ordem da pasta (Automatic) ou se será aleatória (Random).
Play Mode: Permite escolher se a apresentação será feita em tela cheia (fullscreen) ou em janela. Caso escolha a segunda alternativa, defina a largura e a altura da exibição, que por padrão é estipulada em 800 X 600 Pixels.
A coluna direita do aplicativo é a mais importante quanto aos slides, pois nela serão adicionados os arquivos de imagem destinados à apresentação. Basta escolher as suas pastas e ir adicionando as fotos desejadas. Depois que tudo estiver pronto, você pode executar o seu slideshow e, caso goste dele, salvá-lo de diversas formas, como executável ou até mesmo para ser gravado em um CD.
Plugins
Outro aspecto interessante do programa e que o torna ainda mais completo é a adição de plugins específicos para ele. Clicando neste
link
, você será direcionado para a página de download dos principais plugins do aplicativo, o que é indicado para usuários mais avançados neste tipo de situação.
publicado por jorgepc às 03:48
sinto-me:

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