PESSOAL NESTE BLOG EU TRATO DE TUDO UM POUCO SOBRE INFORMÁTICA. ESTE BLOG SERVE EM PARTE PARA MIM COMO UM BLOCO DE NOTAS. PUBLICO AQUI MUITO ASSUNTO DE QUE ME PEDEM. ESPERO K APRECIEM ,

21
Mar 10

publicado por jorgepc às 17:37
sinto-me:

32 e 64 Bits vc sabe qual a diferença

publicado por jorgepc às 17:35
sinto-me:

O que acontece enquanto o vírus está na quarentena?
Descubra os possíveis riscos que seu computador sofre.

Vírus é um assunto místico para muitos usuários, fator que gera várias dúvidas. São tantas pragas, tantas soluções, uma quantidade imensa de softwares antivírus, mas no fim ninguém tem muita certeza se as promessas de remoção dos vírus são cumpridas pelos aplicativos de defesa. A dúvida de hoje é muito interessante e provavelmente é algo que muitos já se perguntaram. Mais uma vez o Baixaki vem para sanar dúvidas diversas, para que você sempre esteja protegido e sabendo o que acontece em seu computador.

A dúvida

“Muitos vírus na quarentena acabam deixando o computador devagar? Isso é perigoso?”


Tauany Teddy
O desempenho pode diminuir sim.

Olá Tauany. Bem, vou explicar por partes, para que você entenda o que acontece exatamente. Quando você coloca um vírus no estado de quarentena, o antivírus não irá deletar o vírus. A quarentena tem como função principal a observação, para que caso ocorra de um vírus muito perigoso infectar os arquivos principais do Windows, seu computador não venha sofrer a perda de dados ou que o sistema pare de funcionar.

 

Bom, como você pode ver, a quarentena é muito importante e útil na maioria dos casos. Mas será que vários vírus na quarentena afetam o desempenho? A princípio a resposta é não! Todavia, mesmo em quarentena, os vírus podem continuar operando em seu computador. Portanto, imagine o seguinte: se um vírus qualquer pode deixar sua máquina muito lenta, pense no que uma quantidade maior de vírus pode fazer.

 

Resumindo, se os vírus que estiverem na quarentena forem realmente perigosos, pode ser que seu computador comporte-se como uma tartaruga. Já se eles forem inofensivos, é provável que o computador continue com sua velocidade normal.

 

É perigoso deixar vários vírus em quarentena? 

Com certeza é perigoso, contudo deletar os vírus diretamente não é recomendado, pois como já foi dito, os vírus podem estar impregnados em arquivos importantes do sistema, e se você deletá-los diretamente, é capaz que seu Windows não inicialize ou sofra problemas durante a execução.

 

Solução

Como é possível perceber, a quarentena é tanto útil como perigosa. Para quem já tem um bom tempo de utilização de antivírus, sabe bem que pesquisar sobre as pragas que estão infectando seu computador é algo fundamental, porque a partir das informações que você obtiver, será possível escolher entre a quarentena e a exclusão do vírus.

 

Evidentemente, alguns vírus não podem ser apagados, sendo que o antivírus só permite o envio deles para a quarentena. Esses vírus são os mais perigosos, porque eles geralmente estão sendo executando junto com algum processo do Windows. Caso você encontre um vírus desse tipo em seu computador, pesquise logo na internet a respeito dele, para saber os riscos que você está correndo.


Qual o melhor anti virus gratuito ?? você sabe ??

publicado por jorgepc às 17:32
sinto-me:

O que acontece enquanto o vírus está na quarentena? Descubra os possíveis riscos que seu computador sofre.

Vírus é um assunto místico para muitos usuários, fator que gera várias dúvidas. São tantas pragas, tantas soluções, uma quantidade imensa de softwares antivírus, mas no fim ninguém tem muita certeza se as promessas de remoção dos vírus são cumpridas pelos aplicativos de defesa. A dúvida de hoje é muito interessante e provavelmente é algo que muitos já se perguntaram. Mais uma vez o Baixaki vem para sanar dúvidas diversas, para que você sempre esteja protegido e sabendo o que acontece em seu computador.
A dúvida
“Muitos vírus na quarentena acabam deixando o computador devagar? Isso é perigoso?”

O desempenho pode diminuir sim...

Olá Tauany. Bem, vou explicar por partes, para que você entenda o que acontece exatamente. Quando você coloca um vírus no estado de quarentena, o antivírus não irá deletar o vírus. A quarentena tem como função principal a observação, para que caso ocorra de um vírus muito perigoso infectar os arquivos principais do Windows, seu computador não venha sofrer a perda de dados ou que o sistema pare de funcionar.
Bom, como você pode ver, a quarentena é muito importante e útil na maioria dos casos. Mas será que vários vírus na quarentena afetam o desempenho? A princípio a resposta é não! Todavia, mesmo em quarentena, os vírus podem continuar operando em seu computador. Portanto, imagine o seguinte: se um vírus qualquer pode deixar sua máquina muito lenta, pense no que uma quantidade maior de vírus pode fazer.
Resumindo, se os vírus que estiverem na quarentena forem realmente perigosos, pode ser que seu computador comporte-se como uma tartaruga. Já se eles forem inofensivos, é provável que o computador continue com sua velocidade normal.
É perigoso deixar vários vírus em quarentena?
Com certeza é perigoso, contudo deletar os vírus diretamente não é recomendado, pois como já foi dito, os vírus podem estar impregnados em arquivos importantes do sistema, e se você deletá-los diretamente, é capaz que seu Windows não inicialize ou sofra problemas durante a execução.
Solução
Como é possível perceber, a quarentena é tanto útil como perigosa. Para quem já tem um bom tempo de utilização de antivírus, sabe bem que pesquisar sobre as pragas que estão infectando seu computador é algo fundamental, porque a partir das informações que você obtiver, será possível escolher entre a quarentena e a exclusão do vírus.
Evidentemente, alguns vírus não podem ser apagados, sendo que o antivírus só permite o envio deles para a quarentena. Esses vírus são os mais perigosos, porque eles geralmente estão sendo executando junto com algum processo do Windows. Caso você encontre um vírus desse tipo em seu computador, pesquise logo na internet a respeito dele, para saber os riscos que você está correndo.

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publicado por jorgepc às 17:21
sinto-me:

Entenda como acontece o processo de gravação e quais as técnicas utilizadas para aumentar a capacidade de dados desse dispositivo essencial para o computador.

Embora na hora de comprar um computador se dê muita atenção a aspectos como a placa-mãe, placa de vídeo e quantidade de memória RAM, todos esses componentes não teriam a menor importância sem a presença do disco rígido.
Afinal, de nada adianta ter poder de processamento se você não possui um local onde armazenar o sistema operacional ou gravar os diversos softwares e documentos com que deseja trabalhar. Para isso, a cada dia surgem no mercado novos modelos com mais espaço disponível, grande velocidade e precisão de leitura e gravação.
Quem utiliza computadores com frequência já deve ter se perguntado como funcionam estss componentes e imaginado qual o tipo de tecnologia necessária para gravar dados.
Provavelmente já devem ter passado pela sua cabeça perguntas como a origem do nome disco rígido, e como é possível surgirem HDs com cada vez mais capacidade, sem que para isso seja preciso aumentar as dimensões do componente.
Para esclarecer essas e mais uma série de dúvidas que você possa ter, neste artigo o Baixaki vai desvendar os segredos por trás do funcionamento de um disco rígido.

Por que o nome disco rígido?

O motivo para é simples: os dados são gravados em discos magnéticos chamados

platters

, formados por discos extremamente rígidos que garantem a qualidade de gravação e leitura. A utilização de materiais duros é necessária para evitar a ocorrência de erros que podem surgir caso ocorram deformações na superfície.


Os

platters

são compostos de duas camadas, a primeira chamada de substrato. Geralmente feita de alumínio, embora existam modelos mais caros que utilizem vidro como base, esta camada é constituída de um disco polido em salas limpas (sem a presença de fatores ambientais como pó ou sujeira) para se tornar perfeitamente plana e espelhada.


O que permite a gravação de dados é uma segunda camada feita de material magnético, aplicada nos dois lados do substrato polido. Para aplicar esta camada, nos discos rígidos antigos era utilizada uma técnica chamada

eletroplating

, semelhante à eletrólise usada para banhar bijuterias a ouro.


Como o

eletroplating

não permite obter uma superfície muito uniforme, o que limitava o espaço de armazenamento disponível, foi desenvolvido o

PLA

, tecnologia semelhante à usada para soldar transistores em processadores. Como a camada magnética possui espessura de somente alguns microns, acima dela há uma fina camada protetora que evita que pequenos impactos danifiquem o disco rígido.


A necessidade de utilizar discos totalmente planos vem do fato de a gravação e  a leitura serem feitas a velocidades muito grandes, o que faz com que qualquer variação na superfície seja fatal para o funcionamento do componente. Os HDs mais comuns são capazes de alcançar entre 5600 a 7200 rotações por minuto, embora existam modelos que chegam até os 10000 RPM.


Depois de polidos e já com a camada magnética aplicada, os

platters

são montados em um eixo geralmente feito de alumínio, que deve ser sólido o bastante para evitar qualquer vibração dos discos, mesmo em altas velocidades. O eixo também passa por um processo de polimento, já que os discos devem ficar perfeitamente presos e alinhados ao componente.


A maioria dos discos rígidos disponíveis no mercado utiliza múltiplos discos de gravação e leitura, o que permite aumentar a capacidade do dispositivo. Embora existam exceções à regra, o mais comum é que cada HD possua quatro discos em sua composição.


Como são adicionados dados ao HD?

Todo o processo de gravação e leitura dos dados de um disco rígido é feito com a utilização de cabeças de leitura eletromagnéticas, presas a um braço móvel que permite o acesso a toda a superfície do disco rígido.


O braço de leitura geralmente é feito de alumínio, pois precisa ser ao mesmo tempo leve e resistente para suportar a grande velocidade com que os discos giram. Para coordenar o movimento das cabeças de leitura, os HDs contam com um dispositivo especial chamado actuador.



Os primeiros discos rígidos utilizavam motores de passo para realizar a movimentação dos braços e das cabeças de leitura, assim como acontece nos disquetes. O problema desse método é que, em altas velocidades de rotação, é muito comum acontecerem desalinhamentos. Além disso, o espaço disponível também é bastante limitado.


Os discos mais recentes (qualquer HD com mais de 40MB de capacidade) utilizam um mecanismo chamado voice coil, que trabalha com atração e repulsão magnética. Esse sistema é muito mais rápido e preciso do que os motores de rotação, permitindo um melhor aproveitamento da densidade do disco, além de uma maior velocidade na gravação e leitura de arquivos.


A movimentação do braço do disco rígido é feita através de dois poderosos ímãs de neodímio, localizados em cada um de seus lados. A passagem de correntes elétricas de diferentes intensidades faz com que a potência de cada ímã seja alterada, o que ocasiona a movimentação dos braços e, consequentemente, das cabeças de leitura.


A gravação e a leitura dos dados são feitas através de minúsculos eletroímãs presentes nas cabeças de leitura do disco rígido. Compostos de uma bobina de fios que envolvem um núcleo de ferro, esses ímãs são extremamente precisos, o que permite a gravação de trilhas medindo centésimos de milímetros.


Como ocorre o processo de gravação?

Durante o processo de gravação, o campo magnético gerado pelos ímãs presentes nas cabeças faz com que as moléculas de óxido de ferro presentes na superfície magnética dos discos se reorganizem, alinhando os pólos negativos delas com os pólos positivos da cabeça. Da mesma forma, os pólos positivos se alinham com os pólos negativos.


Os eletroímãs presentes nas cabeças de leitura e gravação podem ter sua polaridade alternada constantemente, o que permite variar livremente as moléculas da superfície magnética do disco rígido. Conforme a direção de cada pólo, obtém-se um bit interpretado como 1 ou 0 pelo computador.


Na hora de ler os dados gravados, a cabeça de leitura capta o campo magnético gerado pelas moléculas alinhadas: a variação dos sinais magnéticos positivos e negativos gera uma corrente elétrica transmitida para a bobina de fios presentes na cabeça. Ao chegar à placa lógica do HD, esta corrente é interpretada como uma sequência de bits 1 e 0, que formam os diferentes arquivos gravados no disco rígido.


Vale mencionar que todo esse processo ocorre sem nenhuma espécie de contato entre as cabeças de leitura e a superfície do disco. Isso porque, devido às altas velocidades com os que os discos rodam, forma-se um colchão de ar que repele as cabeças de leitura e impede qualquer espécie de contato.



Caso houvesse contato entre os componentes, dificilmente um disco rígido funcionaria durante muito tempo devido aos danos físicos ocorridos. Para evitar acidentes, a maioria dos HDs conta com um ímã ao lado do actuador, responsável por atrair as cabeças a uma posição segura toda vez em que o computador é desligado ou não há gravação ou leitura de dados.


Em ocasiões em que ocorrem picos de tensão ou a energia é cortada subitamente com o HD funcionando, é comum surgirem setores defeituosos por ter ocorrido contato entre as cabeças de leitura e a superfície do disco.


Para evitar problemas do tipo recomenda-se utilizar acessórios como no-breaks, que permitem desligar o computador da forma correta em casos de instabilidade no fornecimento de energia.


Como é possível obter HDs cada vez maiores?

Agora que você já sabe como funciona o processo de gravação e leitura dos arquivos presentes em um disco rígido, pode ter batido a curiosidade de saber como os desenvolvedores conseguem lançar HDs com capacidade cada vez maior.


Existem três maneiras diferentes para que isso seja possível: aumentar a dimensão dos discos rígidos, multiplicar o número de

platters

disponíveis ou investir em um melhor aproveitamento da densidade do disco rígido.


Os dois primeiros métodos apresentam problemas por serem mais caros para o consumidor final e representarem somente um ganho de capacidade, mas não de desempenho.


Enquanto a adição de discos adicionais representa um custo maior ao consumidor final, aumentar suas dimensões é uma ideia que ainda pode representar perda de desempenho.


Isso acontece porque, quanto maior o diâmetro do disco, maiores as chances de que apresente problemas ao girar em altas velocidades. Além disso, as cabeças de leitura demoram mais tempo para chegar ao local necessário. Dessa forma, quanto maior o disco, menor a velocidade de leitura e gravação apresentada.


O processo que se mostrou mais eficiente para aumentar o espaço disponível é investir em um aumento da densidade dos discos magnéticos. Ou seja, em vez de investir em maior espaço físico, os desenvolvedores investem em métodos de gravar cada vez mais dados utilizando o mesmo espaço anterior.



Como diminuir o espaço ocupado por cada bit enfraquece seu sinal magnético, é preciso investir em mídias de melhor qualidade para que os dados possam se manter estáveis. Além disso, deve-se investir na precisão e na sensibilidade dos braços e cabeças de leitura, para evitar problemas durante a gravação e leitura dos dados.


Apesar desses problemas, a cada ano surgem novas tecnologias que permitem obter HDs com capacidade cada vez maior. Enquanto há alguns anos era um absurdo pensar em discos rígidos com mais de 200GB, já é possível encontrar dispositivos com mais de 1TB de espaço a preços acessíveis.


A tendência é uma queda cada vez maior no preço pago por cada Megabyte, o que permitirá que mesmo usuários casuais possam contar com HDs gigantescos sem pagar muito por isso. Tudo indica que logo será coisa do passado ter que desinstalar programas ou apagar arquivos para abrir espaço para novos documentos.

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publicado por jorgepc às 17:15
sinto-me:

Problemas e Prevenções
Quais são os fatores que fazem o processador esquentar demais.

Cooler
Exemplo de Cooler
O principal componente na refrigeração do processador é o cooler. Ele é o conjunto de um dissipador de calor acoplado de uma ventoinha (também chamada de fan). Você deve tomar cuidado se ele estiver apresentando ruídos excessivos, pois isso indica que ele não está trabalhando normalmente, e que está fazendo muito esforço.

Você deve ficar atento também se for trocar o processador. Se não vir nenhum cooler junto do novo processador (o que não aconteceem modelos Box), você deve ter certeza de que o atual da sua máquina suporta o processador novo. Caso contrário, você terá sérios problemas com o funcionamento.


Pasta Térmica

Outro item importante é a pasta térmica. É ela que transmite diretamente o calor gerado pelo processador para o dissipador de calor, que então é resfriado pela ventoinha do cooler. Geralmente os computadores já vêm com o tipo e quantidade de pasta térmica necessária para o devido resfriamento, mas existem algumas marcas e modelos que são melhores e podem ajudar a melhorar a temperatura do processador.

Se algum dia você resolver tirar o cooler e sem querer retirar a pasta térmica do dissipador de calor, EVITE ligar o computador sem a pasta térmica. Ela é essencial para o resfriamento do processador.

Organização Interna do Gabinete

A forma como os cabos estão dispostos dentro do gabinete do computador fazem muita diferença Note se há circulação de ar no interior do gabinete e se os cabos dentro dele não estão desarrumados, de modo que não permitam o ar circular.

Na imagem abaixo podemos ver um exemplo de como você NÃO deve ajeitar os cabos dentro do seu computador:
Gabinete Bagunçado

Consequências

Seu processador pode queimar de verdade.

Os resultados da alta temperatura do processador podem ser os mais diversos. O mais comum é ocorrer o travamento (freeze) do sistema operacional ou o reset (reinicialização) da máquina. Isso  também faz com que diminua da vida útil do processador.

Se o seu computador não possuir algum dispositivo de segurança contra superaquecimentos – o que hoje é comum em praticamente todas as máquinas disponíveis no mercado – seu processador poderá até mesmo queimar!

Muitas vezes, o descuido com a temperatura do processador pode fazer com que o PC fique inutilizável. Felizmente, existem algumas soluções caso você venha a ter problemas de aquecimento excessivo, como, por exemplo, melhorar a temperatura interna do gabinete, o que consequentemente facilitará a refrigeração do processador.
Dicas para evitar o aquecimento


Algumas dicas para resfriar seu gabinete.

Cooler

Instale Novos Coolers
Algo que pode ajudar a diminuir a temperatura dentro do gabinete é a instalação de coolers de exaustão.  Alguns modelos são instalados em slots lo
calizados atrás do gabinete, e outros na lateral (como é o caso do cooler da imagem ao lado). Eles servem para retirar o ar quente de dentro do computador. Esta é uma opção fácil de aplicar e que pode ser útil. Apenas fique atento se o ar expelido é realmente quente, pois se for frio significa que ele pode estar prejudicando a refrigeração do sistema.


Troque o Cooler Principal
Outra solução para diminuir a temperatura do processador é trocar o cooler. Os coolers que vêm por padrão com os processadores são suficientes, mas não chegam a ter potência de sobra. Hoje, existem vários modelos e marcas diferentes que podem melhorar bastante a refrigeração do processador. Um bom exemplo – e não tão barato – é o Water Cooler, um sistema de refrigeração que utiliza a água ao invés de ventoinhas.
Resfrie-se!
O ambiente também pode influenciar. Ou seja, se a sala em que você está é bem refrigerada, o computador  sofre menos. Você pode então instalar um ar condicionado na sala em que usa o computador para ajudar a diminuir a temperatura. Esta talvez não seja a opção mais barata.

Para saber mais informações sobre como manter seu computador em uma temperatura adequada, acesse este artigo: Mantenha a Temperatura do seu PC Sob Controle.

Aplicativos

Programas que monitoram o computador.

Existem alguns programas que monitoram a temperatura não apenas do processador, mas de todo o seu computador. Há também softwares que fazem Stress Testing (teste de esforço) para verificar como o PC se comportará em condições extremas – as quais são de grande importância para observar o funcionamento adequado.

Setup da BIOS
O mais simples de todos – e que já vem por padrão em todos os computadores – é o setup da BIOS. Para entrar nele basta pressionar DEL após ligar a máquina (em alguns PCs o botão pode ser diferente). Ele possui opções que mostram como está a temperatura do seu processador. Esta opção se localiza no menu “PC Health Status”, e informa a temperatura do processador, além da temperatura dentro do gabinete e da velocidade do cooler do processador.

O ponto mais interessante do setup é que podemos especificar uma temperatura máxima que o processador poderá atingir. Caso ele atinja essa temperatura, o setup ativa recursos de segurança, como em alguns casos em que o computador começa a emitir bips. Alguns outros modelos de placa-mãe permitem habilitar uma opção que desliga o computador se a temperatura limite for atingida.

Você deve tomar cuidado caso queira usar alguma das opções acima citadas, pois se especificar uma temperatura muito baixa, o sistema começará a apitar ou desligará sem haver necessidade.

Apesar de ser funcional, esta opção do setup não é a mais indicada, visto que ela é capaz de monitorar seu sistema apenas quando acabamos de ligá-lo, sem poder verificar como ele ficará quando a máquina fizer maiores esforços.

Everest

O Everest é um dos programas mais conhecidos quando se fala em monitoramento do sistema. Ele informa a você praticamente tudo a respeito do seu computador – além, é claro, da temperatura do seu processador. O Everest não é gratuíto, mas há um outro programa que pode ser tão funcional quanto ele: System Information for Windows.

Para mais informações sobre o Everes.



HWMonitor

Outro programa interessante é o HWMonitor. Ele é pequeno e funcional, mas não fornece tantas informações do seu computador quanto o Everest ou o System Information for Windows fornece,m porém, ele é grátis.



Contudo, não basta apenas monitorar o computador enquanto estiver simplesmente navegando pela internet. Deve-se ficar atento ao funcionamento dele em momentos extremos.


CPU Burn

Existem alguns programas que simulam situações que exigem o máximo do nosso computador, e é interessante observar seu comportamento nessas situações.



Um exemplo de programa que faça isso é o

CPU Burn

. Ele faz seu computador esforçar-se para testar a estabilidade do sistema em momentos de stress. Para obter mais informações sobre o programa clique

aqui

.


Lenha da Fogueira
Afinal, qual é a Temperatura Máxima dos processadores?

Fogo!

Geralmente, a temperatura máxima está entre 60ºCe 75ºC. Em alguns casos ela chega aos 80ºC e em outros ainda até os 100ºC! Tudo vai depender da marca e do modelo do processador que seu computador possui.
Para saber qual é o modelo do seu processador, você pode usar o Everest ou o System Information for Windows. Feito isso, recomendamos que você dê uma olhada no site do fabricante do modelo. Lá, você certamente encontrará as especificações necessárias para saber se está tudo em dia com seu processador.

Enfim, é importante ficar de olho na temperatura do processador. Qualquer sinal de comportamento estranho – travamentos e reinicialização – pode estar relacionado ao superaquecimento do processador (seja do computador ou da placa de vídeo), e se você não tomar cuidado acabará desembolsando mais dinheiro do que gastaria em um cooler novo.

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publicado por jorgepc às 17:07
sinto-me:

Ajuste o volume de vários arquivos de áudio ao mesmo tempo, deixando todos com o mesmo volume com Sound Normalizer

Colocado em [ Softwares, Áudio ]

Seja você um profissional da área musical ou apenas um fã de música, é provavel que você tenha uma boa quantidade de arquivos de áudio no computador. Músicas de todos os tipos e para todos os gostos, ou pelo menos para o seu. É provavel também que algumas dessas canções estejam disponíveis em diferentes formatos, provavelmente Wav e Mp3, as duas extensões de aúdio mais populares da internet.

Apesar de comuns, alguns arquivos apresentam qualidade duvidosa, gerando faixas mais altas ou mais baixas do que outras, além de ruídos. Para sanar este problema foi desenvolvido um software específico para tal. Sound Normalizer é um software que renova a qualidade dos seus arquivos de aúdio em Wav e Mp3. Este é o resultado do controle e do nível de intensidade do som destes arquivos. O programa, realiza o controle de normalização separadamente para cada canal. Além disso, ele permite a conversão de arquivos de aúdio de um formato para o outro.

  • Tamanho: 3.2 MB
  • Idioma: Multi (Não inclui o português)
  • Sistema operacional: Windows 98 | 2000 | XP | Vista
publicado por jorgepc às 16:56
sinto-me:

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